terça-feira, 4 de novembro de 2008

BONS TEMPOS!

Quando eu fazia de pau de cabeleira da minha irmã mais velha e tive de gramar esta música centenas de vezes, enquanto ela dançava e namorava com o actual marido, o meu cunhado preferido, oficial dos Comandos, que não fez como alguns portugueses que se piraram para França e Argel, para fugir à tropa e que agora são os herois desta Cananga sem rumo.

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