segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

SENSAÇÕES



Aproxima-se o Natal.

Não gosto nada do Natal. Nunca gostei.

Lembro-me sempre daqueles que nada têm.

Lembro-me de todos aqueles que, de uma forma ou de outra, já partiram.

Esqueço-me de tudo aquilo que gostaria de recordar e não quero.

Para quê o Natal?

Um marco no tempo?

Ou a incapacidade de sermos nós?

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