sexta-feira, 12 de junho de 2009

TEXTO RETIRADO DA CAIXA DE COMENTÁRIOS DO "ÁFRICA MINHA"



ESCREVEU FERNANDO BAIÃO:

"Fala-se muito da economia saudável do nosso país, mas para onde vai o produto de tal economia? Dizem, que o petróleo já está a subir, mas vai ser mais um entrave à necessária diversificação da nossa economia, "a agricultura é a base, a industria o factor decisivo" dizia-se na altura do partido único, mas que nunca foi levado à prática.

Seria melhor olhar para a qualidade de vida dos milhões de habitantes dos nossos miseke(plural de museke em kimbundu), comparada com as centenas de habitantes dos condomínios de luxo, como muitos dizem, "0 luxo na miséria").

Falta de água, de luz, de medicamentos, a fome, a miséria,as doenças que nunca mais acabam, tudo isto é o pão nosso de cada dia. E o trânsito infernal a população a andar a pé ao lado das estradas, ao calor, ao pó, á procura de algo para comer, enfim, será possível viver assim por muito mais tempo. A miséria traz convulsões sociais, as desigualdades no emprego e no modo de vida entre estrangeiros e angolanos pode levar à xenofobia.

Esperemos que não, a esperança é a última a morrer, dizem os filosofos, mas com estes, pode o Povo angolano muito bem, o problema é a vida miserável que leva."


EU RESPONDO: O PRODUTO DA ECONOMIA ANGOLANA, VAI INTEIRINHO PARA OS BOLSOS DOS GRUPOS RAPINANTES, QUE PROLIFERAM EM ANGOLA, ALIMENTADOS POR EMPRESAS PORTUGUESAS E MULTINACIONAIS GANANCIOSAS, QUE NUNCA LÁ ESTIVERAM E QUE HOJE FIZERAM DE ANGOLA O SEU "EL DORADO". DE IGUAL MODO, MEMBROS DO GOVERNO E SEUS PARENTES, COMO É O CASO DA FAMÍLIA "DOS SANTOS", MAIS NÃO SÃO DO QUE AVES DE RAPINA.

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