sábado, 28 de novembro de 2009

VOLUNTARIADO


Nos dias que correm a pobreza é extensa e toda a ajuda é pouca, para colmatar todas as necessidades.

Quando posso, tiro alguns momentos aos meus tempos de lazer, e tento sempre contribuir para que algumas pessoas possam ter um mundo melhor.

Como eu, outras pessoas há, que assim fazem, mas são muito poucas para um universo tão grande de carências sociais.

A nossa sociedade está cada vez mais pobre e as pessoas cada vez mais insolventes.

Nesta minha actividade, tenho reparado que da parte das juventudes partidárias, existe muito pouca solidariedade. Aliás, nunca tive o prazer de ver nenhum jovem pertencente a este ou àquele partido, a dar um pouco de si próprio, àqueles que tanto necessitam. Muitas vezes, basta só um toque cúmplice, um sorriso, um olhar de atenção.

Faço aqui um apelo: que cada jovem "adopte" um idoso. E adoptar um idoso, não quer dizer que tenha de o levar para casa. Basta apenas visitá-lo, conversar com ele e, se possível, ficar atento às suas necessidades mais prementes e tentar ajudar a resolvê-las junto das entidades competentes.

Da mesma forma, há doentes crónicos, nos hospitais, internados há meses, que nunca tiveram alguém que se chegasse perto de si e lhes sorrisse, ou porque não têm ninguém e vivem sós, ou a vida se encarregou de os excluir do convívio da família.

Lamento que as nossas juventudes partidárias não sejam sensíveis a este problema da exclusão social.

Gostaria de ver muitos mais jovens empenhados nesta missão.

Não doi nada!

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