domingo, 6 de dezembro de 2009

BRUXARIAS OU TALVEZ NÃO



José Sócrates, desde que perdeu a maioria absoluta, chora-se e geme-se todo.

Desde a célebre "campanha negra" até às "forças ocultas", o seu discurso tem revelado um homem com medo, arrogante, isolado e desnorteado.

Parece um daqueles chefes de estado de um qualquer obscuro país africano, só faltando aparecer rodeado de feiticeiros da tribo, inventores de mezinhas para afastar os "maus espíritos".

Perante tal quadro, nada melhor do que acrescentar mais um assessor aos muitos que já tem.

No mercado nacional, talvez o bruxo de Fafe, agora tão na "berra", fosse o mais indicado.

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