sábado, 30 de outubro de 2010

"FIAT JUSTITIA, RUAT CAELUM"



Um dia destes, recebi de um amigo, num dos meus vários telemóveis, um “link” de uma página de Facebook, onde a autora indicava, de entre muitas outras coisas ridículas e disparatadas, que uma das suas actividades preferidas era a “Maçonaria”.

Fiquei perplexa e ao mesmo tempo incrédula, porque, a dita cuja, agora é figura pública e custou-me a acreditar que seja assim tão burrinha e inconsequente.

Mas outros há, da mesma “estirpe” e com maiores responsabilidades, que também se têm afirmado “maçons assumidos”.

Por associação de ideias, lembrei-me de Aleister Crowley, pioneiro do ocultismo internacional, e da jactância da sua presunçosa personalidade e gabarolice.

As "Sociedades Secretas" mais populares e referidas, são a Maçonaria e a Ordem dos Rosa Cruz. Porém, em cada época, em cada civilização, em distintos momentos e circunstâncias da evolução da espécie humana, existiram diversas outras Ordens Iniciáticas, Ordens Secretas, Lojas, Confrarias, Monastérios, Escolas Filosóficas, Escolas de Mistérios, que acabaram, todas elas, por contribuir para a decadência do género humano.

Com o evoluir dos interesses e das necessidades pessoais, a Maçonaria actualmente não passa de uma confraria de pessoas interessadas unicamente em manter ou obter privilégios económicos, sociais e politicos, para si e suas famílias, tendo os seus membros como objectivo primordial, manterem-se no topo da pirâmide social, influenciando e manipulando todos quantos lhes possam proporcionar lucro e benefícios.

Vejamos quem são aqueles que em Portugal se dizem “maçónicos”. Todos eles são políticos conhecidos, dos vários quadrantes políticos e partidários. Autênticos lobos vestidos com pele de cordeiro.

Organizam-se em sociedades secretas, elitistas e preconceituosas, mas toda essa busca de privilégios, enganos mútuos e a tal fachada filantrópica que tanto apregoam, tem por trás uma base mergulhada na doutrina das escolas de mistério babilónicas, de que Crowley foi o difusor.

A Maçonaria devia ser extinta, pelo menos em Portugal. Não é uma religião, mas é uma sociedade secreta, com ritos secretos, rituais hierárquicos e ainda mais secretas e estranhas iniciações levadas a cabo em casas particulares e hotéis de luxo. Extinta, porque conspira, claramente, contra o Estado de Direito, contra a democracia, contra a liberdade de escolha, já que defende um universo matemático, com estranhas regras sociais, simultaneamente liberais e totalitárias, das quais o "Grande Arquitecto", o Todo-Poderoso Lúcifer é o maior e mais digno representante. Extinta, porque nas últimas décadas, na ganância de ver os seus objectivos rapidamente alcançados, como seja a destruição da igreja católica e a implementação de cultos satânicos,por toda a sociedade, aliou-se a todo o tipo de organizações mafiosas e corruptas, que se multiplicaram e se auto-alimentaram em parcerias infindáveis de tráfico de influências, com o objectivo de serem eles os únicos a manipularem todo o capital português. Ao infiltrarem-se nas maiores empresas, bancos, política, com o único intuito de fecharem a “rede”, conseguiram atingir o objectivo.

Não é à toa que eclodiram, a partir do final dos anos 80 do século XX, inúmeras Universidades privadas, com fortes apoios da então CEE. E as estatais gozaram dos mesmos privilégios financeiros, embora pela "mão" do Governo. Desde logo, a maçonaria, nessa altura maioritariamente "invadida" por militantes e simpatizantes do PSD e do PS, emergentes de uma recente criada classe de empresários abastados, à custa dos subsídios comunitários, começou a colocar os seus "infiltrados" em todos os cargos que podia, nas diversas Universidades criadas de novo, como a Independente, com maior incremento das faculdades de arquitectura.

Assim, algumas dessas Universidades desenvolveram exponencialmente os seus cursos com o principal objectivo de criarem exércitos de súbditos, professores e alunos, que serviriam esta causa nos anos posteriores, até ao ponto de conseguirem controlar todo o mercado, e por consequência todo o dinheiro ligado à construção civil e aos serviços. Distintos professores são alguns dos veneráveis franco-maçons, todos grão-mestres que contribuiram para a total manipulação deste "mercado".

Conseguiram o tal exército de alunos e professores, aos quais "obrigaram" a frequentar mestrados e doutoramentos, como forma de consolidarem as suas posições na hierarquia universitária. Hoje, todas essas Universidades são totalmente controladas por maçons. Todos grão-mestres do GOL e todas as Universidades privadas que entretanto criaram mais cursos de arquitectura, igualmente. Os mesmos professores desdobravam-se a dar aulas em várias destas faculdades, não só para terem ordenados chorudos, mas para evitarem que outros roubassem as posições privilegiadas dos maçons.

É claro que todas as grandes empresas são todas de maçons e de alguns Opus Dei que, em conjunto, manipulam os negócios a nível nacional, operando em parceria com os políticos, as Câmaras Municipais, as imobiliárias, os promotores, os construtores e são elas que conseguem "fazer passar" os projectos pelos "exigentes" crivos da burocrática máquina de licenciamentos municipais, que envolve cada vez mais pré-aprovações de inúmeras entidades, por forma a facilitar o "jogo" mafioso da aprovação.

Em Portugal, os “Illuminati” ganharam a “batalha”. Agora basta-lhes fazer cumprir as suas regras internas e materializar o renascer do fascismo salazarista, com o qual sonham desde o 25 de Abril.

Se o governo de Sócrates ainda não caiu, é porque o grande GOL acha que ainda não é a altura certa, pois ainda há muito para roubar.

Somente uma revolução popular poderá acabar com este estado de coisas.

1 comentário:

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