sábado, 6 de novembro de 2010

O OUTRO LADO DA MÁFIA



O que o histórico ex-dirigente socialista, Henrique Neto, afirmou, recentemente, na comunicação social, já eu, por diversas vezes, tenho referido, nos meus “posts” e artigos.

A dúvida metódica se Sócrates pertence, ou não, à Maçonaria, instalou-se em diversos quadrantes da vida política e social portuguesa, tanto mais que sabemos que ninguém, no seu perfeito juízo, admite publicamente que comunga dos desígnios maçónicos, à excepção de uns quantos palhaços e palhaças, lerdos das ideias, de presunçosa e lábil personalidade.

Recordo-me de um Procurador-Geral da República, que, não há muito tempo, afirmou numa entrevista, não pertencer àquela organização secreta, como se fosse possível a um “maçon” admitir publicamente os seus votos de fidelidade a essa organização de malfeitores.

Mas se José Sócrates não é “maçon”, pela sua forma de agir e de estar, parece que é. E como “em política, o que parece é”, não haverá qualquer dúvida de que Sócrates pertence à Maçonaria.

A obsessão anti-religiosa do regime patrocinado por este primeiro-ministro, leva-nos a ter uma pequena ideia daquilo que a Maçonaria pretende realizar através deste governo de José Sócrates.

Quando da tão falada polémica de os sacerdotes não poderem dar assistência espiritual nos hospitais públicos e da retirada de crucifixos das escolas e serviços públicos, ou quando há uns tempos se falou da eliminação de nomes cristãos das escolas públicas, tal não passou de uma tentativa de o governo “sondar” a opinião pública, sobre medidas radicais de exterminação das religiões na nossa sociedade.

Naturalmente que o catolicismo é o alvo número um da Maçonaria, porque é a religião maioritária na nossa sociedade, mas nenhuma religião está a salvo do radicalismo brutal do antropocentrismo laico, dos adoradores de Lúcifer, o “Deus” Maçónico.

Existem outros sinais que nos fazem suspeitar que Sócrates pertence a uma associação de malfeitores: ele tem implementado várias politicas de franco-maçon, que aparentam estar sintonizadas com os desejos de certas sociedades secretas, que operam globalmente, e que orquestram planos e cabalas deveras “orwellianos”, com o único intuito de conseguirem o poder absoluto.

A política educativa de eliminação do paradigma cristão, que alimenta os valores e a moral, o seguidismo em relação à política internacional francesa e alemã (Sarkozy e Merkel mandam, e Sócrates obedece), a política sectária em relação à família, que Sócrates planeou para Portugal, contrária aos valores naturais do humanismo racional, que herdamos do Renascimento, ao propôr e fazer aprovar o aborto voluntário e os casamentos contra-natura, e a promoção de um relativismo moral catastrófico para a nossa sociedade.

Em Inglaterra e em Itália, todos os funcionários públicos que pertencem à Maçonaria, são obrigados a declarar publicamente a sua filiação, sob pena, não só de demissão sumária, como até de pena de prisão.

Em Portugal, nas suas reuniões secretas, são os franco-maçons que decidem dos grandes negócios do Estado, entre os bancos, as empresas públicas e privadas, concursos públicos e até progressões na carreira dos chamados “infiltrados”, contra os “profanos” que eles querem ver “emprateleirados” e reduzidos ao conformismo e ao silêncio.

Seria bom que a próxima Revisão Constitucional acrescentasse um artigo à “Grund Norm”, por forma a que todos aqueles que exerçam funções públicas e de Estado, sejam obrigados a declarar a sua filiação em sociedades secretas como a Maçonaria.

Portugal tem uma marca franco-maçónica, como não se conhece em mais nenhum outro país.

Sócrates é um embuste e não passa de um servente de pedreiro.

Acordem, portugueses!

Sem comentários: