quarta-feira, 17 de novembro de 2010

OS LAMBE CÚS


Este "post" é dedicado aos graxistas, essa espécie de gente que todos os dias se atravessa no meu caminho e consegue dar-me vómitos e revirar-me as entranhas.

Esses fantoches amestrados que, quando querem agradar a alguém, sobretudo aos chefes, ou neste caso, às chefes, arranjam "carinhosos" diminuitivos, para "dar lustro ao cágado".

É vê-los a babar-se e a desdobrar-se em vénias e salamaleques com "Dr.ª Lurdinhas" para aqui, "Dr.ª Fátinha" para ali, "Dr.ª Guidinha" para acolá, "Dr.ª Sãozinha" para acoli.

Graças a Deus que o meu nome não se presta a ser comprimido em "inha" ou "inhas", porque assim eles nunca irão ter a ousadia de me meter no mesmo saco de "inhas".

O graxista é um ente bipolar.

Pela frente "acarinha" e, por trás (salvo seja), rata na casaca de todas as "inhas" e de alguns "inhos" também, a quem oferece presentes.

Eu estou vacinada contra eles.

Agora que se aproxima o SIADAP, dá-me um certo gozo observá-los, numa roda viva, a borboletar, desesperados, porque eu nunca deixei que alguém me transformasse em "inha".

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