
Amaro da Costa, então Ministro da Defesa, tinha proibido a venda de armas ao Irão.
Dois dias depois da queda do avião e da sua morte, a venda foi efectuada.
Estranho.
Tanto mais que Sá Carneiro tinha viagem marcada na TAP, para o Porto, e só não foi porque Amaro da Costa convidou-o a ir no Cessna, dizendo-lhe que tinha três lugares vagos.
Estes factos são públicos.
Tudo leva a concluir que o atentado era dirigido a Amaro da Costa e não a Sá Carneiro.
Fala-se que havia também um "saco azul", militar, à revelia do Ministro da Defesa.
A bronca ia estoirar.
Tenho a impressão que deve haver uns quantos ex-militares, de alta patente, envolvidos na tramoia.
Não sei por que motivo não reabrem o processo.


Sem comentários:
Enviar um comentário