
O homem passava a vida a dizer aos amigos, que sabia que um dia iria morrer assassinado e achava isso perfeitamente natural.
Dizia também que queria morrer em NY, ser cremado e as cinzas espalhadas pela Broadway.
Claro que a morte de um ser humano, é sempre de lamentar, mas, neste caso, é-me completamente indiferente.
Ele já tinha idade para ter juízo, porque "quem anda à chuva, molha-se".
Agora pergunta-se: poderá o jovem Renato ser considerado um assassino?
Afinal de contas o rapaz apenas se limitou a fazer cumprir todos os seus desejos.


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