sexta-feira, 29 de abril de 2011

CENAS DE UM CARNAVAL


Para quem mandou pedir-me a morada do artista que me fez a tatuagem no ombro direito, para mandar fazer uma igual, informo que essa tatuagem foi uma decalcomania pintada por um amigo do mundo das Artes e que se destinou apenas a compôr a personagem que "encarnei" no último baile de Carnaval.

A dita cuja saiu logo com o duche matinal e eu adorei a experiência, pois como sou uma das pessoas que abomina tatuagens e cabelos pintados de azul, não me foi nada fácil fazer aquele papel.

Foi divertidíssimo, porque fiquei irreconhecível. Houve pessoas que pensaram que eu era mesmo uma "gótica" de botas da tropa, cabelos negros e madeixas azuis, de tatuagem ao ombro e piercing no nariz.

De vez em quando, também gosto de pregar partidas.

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