quarta-feira, 25 de maio de 2011

EL PAQUISTANÊS


Alguém do PS chamou a Pedro Passos Coelho “o Africanista de Massamá”.

Ora, o aparecimento de imigrantes indianos e paquistaneses, na campanha socialista, leva-nos a crer que Sócrates, invejoso, não quis ficar atrás e, vai daí, toca a recrutar uma série de imigrantes ilegais, sabe-se lá onde, só para merecer o cognome de “El Paquistanês”.

É conhecida a defesa que o PS faz do Estado social, acusando os adversários de quererem destruir essa conquista.

Sinto-me comovida e deveras emocionada por verificar que “El Paquistanês”, depois de vários anos a ajudar portugueses, colocando-os na direcção das maiores empresas públicas e bancos, e depois de auxiliar empresas de construção civil, a sobreviver graças a parcerias público-privadas, se virou agora para os imigrantes e resolveu oferecer-lhes transporte e refeições gratuitas, em sacos de plástico, durante a campanha do PS, no Alentejo.

Viva o estado social de “El Paquistanês”, que se aproveita da miséria de uns pobres imigrantes, sem eira nem beira, que nem falar português sabem.

Guterres dizia que os portugueses não são números.

“El Paquistanês” também acredita que os imigrantes também não. Por isso recorreu a eles. Assim o Partido Socialista contribui para um mundo melhor, juntando paquistaneses e indianos e fazendo pelas relações complicadas entre estes dois países, aquilo que Obama não conseguiu com a Palestina e Israel.

Viva “El Paquistanês”!

Viva Portugal Bollywoodesco!

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