
Cada vez tenho mais asco à classe "política".
Essa cambada de burlões ociosos, malandros, que falam e decidem em nome do Povo e não hesitam em destruír uma Nação, para atingir objectivos e interesses pessoais inconfessáveis.
Graças a esses incompetentes, em Portugal, apenas ficarão meia dúzia de velhos, sem qualquer opção de mobilidade e uns quantos amorfos, porque os outros terão de se fazer à vida, para outras paragens, seguindo a tradição dos portugueses que nos anos sessenta, do século vinte, emigraram e fizeram obra de relevo no exterior.
Claro que vão ficar também aqueles que vivem à custa dos outros (políticos, corruptos e similares). Os tais que fazem e desfazem revoluções em nome do Povo, sem que lhe perguntem se aprova o que fazem.
Mais uma vez os portugueses, incautos, cairam na emboscada.
Tudo em nome do "bem comum" e do Povo, dizem eles.
Não foi o Povo que matou o Rei D. Carlos.
Não foi o Povo que fez o 28 de Maio.
Não foi o Povo que fez o 25 de Abril.
Não foi o Povo que entregou as ex-colónias e desgraçou milhares de outros portugueses.
Não foi o Povo que abandonou à sua sorte, todos os autóctones das ex-colónias, que serviram no exército português e que, por esse motivo, foram barbaramente assassinados pelos chamados movimentos de "libertação".
Não foi o Povo que fez o 11 de Março.
Não foi o Povo que fez o 25 de Novembro.
Não foi o Povo que integrou Portugal na UE nem no Euro.
Não foi o Povo que enjeitou a língua portuguesa e aderiu ao novo Acordo Ortográfico.
Tudo feito com grande desfaçatez e descaramento, sempre em seu nome, mas nada referendado.
Quando será que este Povo dormente acorda, e toma as rédeas do seu destino?


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