quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

FAÇO MINHAS AS PALAVRAS DELE



2013 vai ser um ano muito difícil, para Portugal, em especial.


A todos desejo  força e coragem suficientes,  para suportar as dificuldades que vêm por aí.
E,  sobretudo, não desanimem nunca. Não desistam, lutem sempre contra todos os lobos que fazem discursos de carneiro. 

Temos de lutar todos contra este estado de coisas, dando as mãos e fazendo ouvir as nossas vozes, cantando bem alto, esta canção de esperança.

Eu quero que os meus netos nasçam em Portugal.

sábado, 22 de dezembro de 2012

MAIS UM NATAL


Não fiquem admirados, os meus amigos do peito, aqueles que eu considero como pertencendo à minha família, de eu, este ano, não ter enviado os habituais postais de Boas Festas e Feliz Natal.

Todos vocês, principalmente aqueles que me conhecem muito bem, sabem que  é uma época que abomino desde criança, pois acho que, a maior parte das pessoas, não celebra o nascimento de Jesus, mas dá asas, sim, a  uma desenfreada sede consumista, que serve de alibi e de móbil, para  ter mais este ou aquele pertence, mais esta ou aquela vestimenta, mais esta ou aquela coisa surpérflua, que acabarão por, mais dia menos dia, ficarem  esquecidos, num canto qualquer ou até ir parar ao lixo, ao arrepio de todos aqueles que não têm nada para dar, nem para receber.

Vem isto a propósito de eu saber que em Portugal, muitas pessoas não vão ter nada que comer na noite de 24 de Dezembro de 2012. E não vão ter nada que comer, porque já houve umas quantas aves rapinantes, de poleiro e gaiola dourados,  que já se encarregaram de o fazer,  desde há dez anos a esta parte.

Ontem, no local onde trabalho, um idoso veio desejar-me que tivesse um "bom bacalhau". Eu sorri e disse-lhe que nunca apreciei bacalhau, mas que lhe retribuia o voto com todo o prazer e que o comesse com fartura e tivesse muita saude. Foi então que reparei que os olhos do homem se marejaram de lágrimas, quando me respondeu: "Só tenho duzentos e setenta euros de reforma e nos meus Natais nunca há bacalhau, porque está muito caro e,  ou se come bacalhau, ou se fica a dever na farmácia".

Senti um nó na garganta e odiei-me naquele preciso momento.

Meti-me no carro e preparava-me para regressar a casa, quando vejo uma mulher jovem, minha conhecida, trabalhadora de uma fábrica de móveis, que vinha pelo caminho a chorar copiosamente.

Indaguei o motivo de tanto desespero e fiquei a saber que tem quatro meses de salários em atraso, e que a patroa tinha prometido que, ontem,  lhes pagaria pelo menos dois dos salários em falta,  o que não cumpriu. Aquela alma vinha desesperada,  porque não sabia o que fazer, já que o marido também se encontra desempregado. A preocupação dela é que nem um copo de leite terá para dar aos dois filhos, na próxima noite de Consoada.

Por isso odeio o Natal. Não o Natal que representa o nascimento de Jesus, mas sim o Natal que demonstra o egoísmo humano, a traição, a falsidade e a falta de escrúpulos de alguns seres humanos, se é que se pode chamar humano a alguém que tem estas formas de agir, para com o seu semelhante.

Daqui faço um apelo: Partilhem com o Vosso semelhante o muito ou o pouco que tiverem nas Vossas mesas de Natal, dando àqueles que nada têm neste Mundo, uma réstea de esperança, uma Luz. Uma fatia de Bolo-rei, um pedaço de batatas e bacalhau, ou até um chá quente com umas bolachas.

No próximo dia 24 de Dezembro de 2012, como é meu apanágio e de mais meia dúzia de carolas, vamos andar pelas ruas da minha cidade, a distribuír  uma modesta Ceia de Natal a todos aqueles que vivem na rua, porque as circunstâncias da vida a isso os obrigaram.

O Natal morreu.

Sejamos solidários.




sábado, 15 de dezembro de 2012

(DES)GOV.PT


No almoço habitual dos sábados, com os lateiros todos da minha "confraria", foi discutido o facto de este Governo não ligar puto ao que pensa o Zé Povinho e até ignorá-lo, quando se trata de tomar decisões que afectam directamente todos aqueles que têm consciência de que são cidadãos portugueses de pleno direito e,  como tal, as suas opiniões deveriam ser tomadas em consideração, o que não acontece, apesar de haver um site todo "bonitinho",  do Governo que apela aos cidadãos a manifestarem-se e a dar a sua opinião, mas que afinal não respondem a ninguém, nem que seja com um simples "vai levar no cu".

Por acaso eu já sugeri naquela treta das sugestões da página do Governo, que uma das formas de sustentar a Segurança Social, era o pessoal ir para a reforma, sim, mas continuar a descontar para a mesma, como se ainda se encontrasse no activo. Eu não me incomodava nada com isso, porque acabava-se a trampa de andarem com desculpas que a culpa das desgraças e da fome em Portugal, é da falta de natalidade e da esperança de vida ser cada vez maior.

Era preferível isso,  do que andarem com corte aqui corte acoli, a lixar quem trabalhou uma vida inteira para nada, só para poderem ter um alibi para justificar o aumento da  despesa pública,  que cada vez é maior e descarado, com a compra de carros de topo de gama, a que todo o gato sapato tem direito, e outras mordomias, como assessores e directores sem qualificações, a ocupar cargos para os quais não têm o devido perfil, nem as devidas habilitações, todos a receber ordenados escandalosos.

Eu já comecei a ficar farta desta merda toda.

Se querem que nasçam crianças, parem de dar a "pírula" de borla nos centros de saúde e de utilizar a IVG e a pílula do dia seguinte, como meios de contracepção recorrentes, porque somos todos nós que estamos a pagar o pato e esse material não é nada barato.

Quando tiverem "vontade", vão até ao Facebook do nosso PR, desabafar as mágoas,  tomem um duche gelado, ou então cosam a "passarinha"  com fio do norte e utilizem outras alternativas, porque o que não falta neste País,  são buracos.

domingo, 9 de dezembro de 2012

sábado, 24 de novembro de 2012

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

HÁ CADA COISA MAIS ESTRANHA NESTE MUNDO....



Não é por nada, mas acho que já toda a gente sabe que agora ando dividida entre França e Portugal, por motivos passionais.

Uma mulher não é de ferro, caramba, nem nunca pode dizer "desta água não beberei", porque pode caír-lhe um chafariz em cima, o que é um caso muito sério.

Com estas mudanças todas, farto-me de ir ao IKEA e similares, comprar caixas e mais caixinhas, papeis e mais papelinhos para embrulhar as loiças e o resto, quando um dos meus amigos me sugeriu que podia ir esvaziar-lhe a despensa dos muitos jornais que acumulou ao longo de muito tempo e lá me convenceu que seria uma forma de eu poupar imenso dinheiro, se aproveitasse os ditos jornais, para acomodar algumas das minhas imbambas que vão num camião TIR, na próxima semana,  para França.

Ora estava eu nesta labuta, sem contar com a ajuda do meu "bizinho" do Barreiro Velho, que ficou fulo comigo,  por eu ter posto a bandeira da monarquia à janela, mesmo virada para a casota onde ele costuma guardar os estrunfes, quando encontrei um bocado de  jornal desse meu amigo, onde se lia que uma rapariga qualquer, não sei em que país, estava a leiloar a sua virgindade na net, que já ia em cerca de oitocentos mil  euros, para fazer face a compromissos, prosseguir os estudos e ter uma vida estável.

Eureka! (pensei eu).

Isto seria o ideal para Portugal reequilibrar as finanças públicas: obrigar todos os políticos que levaram o País à bancarrota, a vender a sua virgindade traseira, em leilão,  e serem obrigados a doar esse dinheiro ao país, pelo dano que causaram, que todos nós, hoje, estamos a pagar.

Eu sei que até ia haver alguns deles que eram capazes de gostar da ideia e  ir a um cirurgião plástico, para lhes apertar o "bojão",  pois da fama não se livram.   

Aqueloutros, religiosos, tementes a Deus,  que sofrem de hemorroidas, essa protecção divina, não teriam qualquer chance de entrar na licitação, a menos que fossem intervencionados.

Se dizem que cada português deve, em média,  vinte mil euros, por causa de governações selvagens, a multiplicar por tanto político oportunista, muito em breve ver-nos-iamos livres da Troika, Frau Merkel & Associados.  

domingo, 18 de novembro de 2012

QUEM HAVIA DE DIZER...


Que, nos meus verdes anos,  o meu primeiro afilhado de Baptismo, havia de ser, hoje,  um garboso funcionário da Auto-Europa.  

Era um bébé lindíssimo,  e hoje é um jovem promissor, com um largo futuro à sua frente.

Tenho muito orgulho em  ti, Miúdo.

Beijokas para vocês todos.


quinta-feira, 15 de novembro de 2012

AINDA ESTOU EM MUDANÇAS



Para aquele Senhor que me pediu, via e-mail,  há poucos dias, que lhe mandasse uma cópia de uma "preciosidade" de que falei num dos meus "posts", informo-o que vou fazer os possíveis por satisfazer o seu pedido com a maior brevidade.

É que eu agora ando  mais por França do que por Portugal e não sei se o tenho na minha casa de Nancy ou do Porto, porque a confusão é tal, que ainda não consegui organizar-me.

Sabe como são as mudanças, não sabe?

Mas mal o encontre, pode ficar descansado que lhe enviarei uma cópia no mesmo dia.

É que eu tenho por hábito  nunca etiquetar as caixas por fora, a dizer o que contêm e depois é a maior bagunça.

sábado, 10 de novembro de 2012

Ó P'RA MIM


Nos meus verdes anos, no lado esquerdo, a preparar-me para fugir do enquadramento.

Juro que não tenho pachorra para fazer "pose" para fotografias.

Mas adoro fotografias em tom sépia ou a preto e branco. É uma panca como outra qualquer.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

O SOL MORREU PARA NÓS NAQUELE DIA



Mas hás-de viver para sempre nos nossos corações,  e não esqueceremos jamais os teus olhos verde-esmeralda, da côr daquele mar  que adoravas.

Passado um ano, ainda não consegui habituar-me a viver sem ti.

Fazes-me falta. Tenho saudades dos teus abraços.

Um beijo, Papá.



domingo, 4 de novembro de 2012

O ANTES E O DEPOIS


Quem havia de dizer, no dia 25 de Abril de 1974, que o Zé Povinho Português, ia ser enganado e sodomizado, menos de quarenta anos depois, pelo Calimero e por um Conguito etíope.

A vida é mesmo uma caixinha de surpresas.

sábado, 3 de novembro de 2012

COISAS DO IRS



 - Está? É a Menina Vanessa?

- Sim, eu própria. Quem fala?

- Sou o Lopes, o contabilista. Temos problemas com o seu IRS. As Finanças cruzaram dados e acham que o seu património está muito para além das possibilidades do seu salário de secretária.

- Que chatice! E agora?

- Olhe, mande-me cópia actualizada da sua principal fonte de rendimento. Vou ver o que posso fazer.

- OK, Senhor Lopes, vou já tirar uma cópia. Daqui a pouco, chega aí por ‘fax’.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

QUANDO OS ELEFANTES ESTÃO PRIMEIRO.....


A propósito de "Hipocrisia Estrunfe", numa das minhas missões em África, integrada numa ONG que presta assistência a crianças carenciadas, no Continente Africano, crianças essas, a maior parte delas  orfãs com SIDA, que nunca tiveram  a sorte de saber fazer sopa, por serem pobres, miseráveis e não terem a possibilidade de produzir nem de comprar todos os ingredientes necessários para o efeito, veio-me à ideia uma situação caricata que se passou durante aquele mês de Março, um dos mais quentes em África, que me faz recordar a actual situação económica e financeira que se vive em Portugal, que leva a que as crianças portuguesas, em geral, estejam a pagar pelos erros dos pais que se deixaram deslumbrar pela entrada na CEE,  que permitiu que muitos pensassem que o "El dorado" iria ser um manancial eterno,  que não teria custos gravosos, a longo prazo.

As pessoas deixaram de saber produzir, de saber poupar, de saber discernir, pois a entrada na União Europeia deslumbrou-os e o dinheiro fácil convenceu-os de que eram todos ricos e que poderiam esbanjar eternamente, aquilo que não produziam, não poupavam, nem pagavam.

Mas voltando à tal situação caricata, nessa missão estivemos quinze pessoas, cada qual com a sua especialidade.

Havia médicos, enfermeiros, tradutores, 2 advogados, um arqueólogo, um higienista oral e uma nutricionista. Passávamos os dias a tentar fazer por aquelas crianças aquilo que nos era possível, pois algumas delas já se encontravam em fase terminal e os recursos que tinhamos, eram quase nulos para aquela situação de grande carência alimentar e médica.

Um belo dia, fomos despertados por uma grande algazarra no acampamento. Eram algumas crianças que seguiam em festa,  três indivíduos brancos, todos janotas, equipamento à maneira e farda a condizer, que se vieram apresentar como sendo engenheiros alimentares,  que nós pensávamos ser de uma outra organização que nos ia render.

Pelo sotaque e pela bandeirinha pregada numa das mangas  do colete, ficámos a saber que os três eram americanos.

O higienista oral e a nutricionista, portugueses, deliraram com o facto de eles serem engenheiros alimentares. Poderiam ajudar na produção e confecção de alimentos consistentes,  à base de arroz, farinha de milho ou mandioca, leite e soja, para minorar a fome daquela gente.

Nós, portugueses, fomos junto ao rio, onde havia um terreno muito fértil, a imaginar, com um brilho nos olhos,  a quantidade de arroz que poderia  ser produzida ali, os legumes, o milho, etc..

Quando abordámos os americanos nesse sentido, a resposta foi surpreendente.

Suas Excelências informaram-nos que não pertenciam à organização de que estávamos à espera, mas que estavam ali, contratados pelo Governo daquele país, para ensinar, única e exclusivamente,  os autóctones, a fazer rações para elefantes, que estão em vias de extinção.

Em Portugal, e por analogia, como as crianças também estão em vias de extinção, não vai tardar nada que lhes comecem a servir, nas cantinas escolares, rações para cão, "made in China".

domingo, 21 de outubro de 2012

CRÓNICA DE UM BARREIRO CADA VEZ MAIS AMARGO


Será que no Barreiro a que eu um dia chamei "Amargo", ninguém sabe que duas em cinco crianças,  em Portugal, estão abaixo do limiar de probreza e a passar fome? 

No Barreiro, há quem dê mais importância ao que se passa nos outros países, em especial com os americanos, ao ponto de promoverem tertúlias para discutir o sexo dos anjos, no que toca ao que se vive ou deixa de viver, em terras do Tio Sam.

Que me importa o 11 de Setembro, na América, se em Portugal estamos neste momento a viver o pior dos terrorismos, causado pela tal globalização que só serviu para encher os bolsos a governos de meia dúzia de gatunos que tiveram a sorte de dar com um Povo que se deixou ludibriar, ao ponto de colaborar e sustentar uma alternância que não tem alternativa à vista.
  
Neste momento, interessa-me apenas o meu País e as crianças que vivem nele.

E dá-me dó saber que muitas vão para a escola sem tomar o pequeno almoço, e passam dias inteiros só com a única refeição que algumas escolas lhes têm fornecido, porque em casa não há nada que comer.
Muitos pais estão ambos desempregados e não recebem qualquer ajuda do Estado, nem têm subsídio de desemprego.

Cá em Portugal, quarenta por cento das crianças portuguesas estão em situação de pobreza extrema, têm condições de vida deficientes, estão em privação de vária ordem e,  por isso mesmo,  não podemos considerar que apenas as crianças que vivem de rendimentos abaixo do limiar da pobreza, são pobres, porque a pobreza não se confina nem se esgota na escassez dos recursos monetários.

Chegámos ao ponto do grupo etário até aos 17 anos ser, neste momento,  o mais vulnerável à pobreza, sofrendo todo o tipo de privações e tendo ultrapassado de longe, os idosos.

Muitas dessas crianças vivem em casas sobrelotadas, pois há famílias inteiras que entregaram as casas aos bancos e regressaram para casa dos pais,  e não fazem  uma refeição de carne ou peixe,   porque  o agregado familiar não tem meios para tal.

Se vivemos na precariedade, na incerteza, com os vários cortes nos apoios sociais, que futuro terão estas crianças e estes jovens?

Muitos já abandonaram a escola e a Universidade.

Outros, apesar de habilitados,  já aceitaram os piores empregos, pagos a cascas de alhos, quando lhes pagam.

Mesmo que haja famílias em que um elemento tenha emprego, esse facto actualmente não é indicador nem garantia de bem-estar, pois os salários são baixos e muitas vezes não são pagos a tempo e horas.

Se não forem tomadas medidas a curto prazo, Portugal estará, sem sombra de dúvida, a produzir uma nova geração de sem-abrigo, pois não existem estatísticas específicas para as crianças e jovens em situação de pobreza extrema, uma vez que, no que respeita ao Eurostat,  em Portugal, a unidade de observação é o agregado familiar, o que não permite avaliar em concreto o impacto da pobreza infantil, no nosso País, para gáudio de todos aqueles que se preocupam imenso que,  nos "States", "16 milhões de crianças vivam sem segurança alimentar".

Não se esqueçam de que o Barreiro é Portugal.

sábado, 13 de outubro de 2012

OE 2013 OU KAMASUTRA FINANCEIRO?



Sobre a versão "preliminar" do OE para 2013, muito gosta este nosso Ministro das Finanças, dos "preliminares",  antes de nos "coisar".

Com aquela cara de Santinho e aquela vozinha Salazarenta, arrastada, lá nos vai saltando na espinha, com uma pinta do caraças,  e o Povo gosta.

De certeza que o homem deve ser  bissexual, só pode.

Tanto fornica homens como mulheres.

Financeiramente falando, obviamente.

E desconfio que aquelas olheiras tão acentuadas,  são de passar as noites em claro, a escrever um Kamasutra financeiro,  para  o Zé Povinho ir lendo e preparar-se para ser sodomizado,  novamente, em 2014.  

terça-feira, 9 de outubro de 2012

AS FOTOS DO BAÚ


Quem nunca foi ao local onde costuma arrumar as tralhas que já não usa, e se deparou, lá pelo meio,  com caixas e mais caixas de fotos de família, a preto e branco, guardadas,  à espera que alguém sinta saudades de algum momento especial,  e se lembre delas?

Geralmente estão todas misturadas, muitas delas sem qualquer identificação, afixadas  naqueles álbuns antigos de cartão, com papel transparente pelo meio, que evitam que elas se colem umas às outras, pelo efeito do tempo e da humidade.
Pessoalmente,  adoro aquelas fotografias em tons sépia e  preto e branco,  e tenho a sorte de ter uma vasta colecção, já que o meu Pai era amante dessa arte de captar momentos a preto e branco.

Com algumas dessas fotos de família, comecei hoje a criar um espaço onde poderei "matar" as saudades de todos aqueles familiares e amigos que,  de alguma forma,  me marcaram mais, pela sua personalidade e sentido de humor, esse simpático  gene que habita na minha família, há cerca de 800 anos.

De todas as fotos, tenho especial carinho por esta, a única que o meu Pai conseguiu tirar-me, em toda a sua vida, sem que eu saísse do enquadramento, e o cenário ficasse "deserto".

Ai a juventude....

As asneiras que se fazem aos vinte anos....




segunda-feira, 8 de outubro de 2012

VIVA O 5 DE OUTUBRO DE 1143 - DATA DA FUNDAÇÃO DE PORTUGAL

Abaixo esta  República Miserável!

Não foi o Povo que mandou matar o Rei D. Carlos I.

S. A. R.,   D. Duarte Pio de Bragança,  estará  sempre acima de todos os estratagemas, de todas as  gosmices, interesses e  querelas partidárias, que já metem nojo.

Referendo, venha ele!

A Monarquia é a solução.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

SÓ AGORA?


No dia 3 de Maio de 2011, coloquei aqui um "post", criticando o facto de as rações de combate compostas por produtos de qualidade inferior, que equipam o exército português,  serem compradas a Espanha, quando Portugal está nas lonas e não se pode dar ao "luxo" de importar uma coisa que pode ele próprio produzir e fornecer,  a metade do preço e com produtos, de longe, superiores aos espanhois.

Hoje, ao consultar os jornais do dia, um deles fazia referência, com grande alarido, ao mesmo assunto.

Esta imprensa nacional de vez em quando "acorda".

Ou será que vieram aqui ao Blog "espiolhar"?

É que eu sei, pela aplicação que tenho instalada no blog, que grava os IP's e informa o que foi copiado, que há pessoas a copiar alguns dos meus "posts", não sei com que intuito. 

Se a intenção fôr publicá-los ou utilizá-los, agradecia que lhes dessem os devidos créditos, pois muitos desses textos são artigos que publiquei em jornais portugueses e estrangeiros, com os quais tenho colaborado ao longo dos anos.

Já agora, por curiosidade, gostaria que me informassem  o motivo por que copiam mais os textos "A Miséria da Crise" e "Violência Doméstica é Crime!".

Podem fazê-lo na caixa de comentários.

Obrigada!

domingo, 23 de setembro de 2012

SHHHHHHH!!!!!!



"I only say this,  once":

Vai uma apostazinha  em como o Seguro não vai ter tomates para não votar o Orçamento de Estado para 2013?

Porque lá bem no fundo ele sabe que a responsabilidade do caos em que vivemos, é toda do PS.

Os marretas do PSD agora limitam-se a servir de cobradores do fraque, contratados  pela empresa Troyka, Merkel  & Associados.

Não vai tardar muito que eles comecem a andar de porta em porta, armados até aos dentes, para obrigar o Zé Povinho, sem eira nem beira,  a pagar as megalomanias e os dislates do senhor "inginheiro" e do seu gangue.

Resta saber é se o Zé Povinho vai continuar na disposição de pagar para sustentar "pançudos" que continuam a ganhar balúrdios, sem fazer nenhum.

Não me parece.

A ver vamos.



OS EFEITOS DA CRISE

sábado, 22 de setembro de 2012

EU BEM DIGO....


Anda tudo doido,  com a mania de dar abracinhos  aos polícias.

Este da foto, e pela expressão dele,  vê-se bem que não gosta de homens, porque tratou logo de pôr o escudo protector, em posição estratégica, não fosse o rapazola avançar também para umas beijokas e uns apalpões marotos. 

Os desgraçados dos polícias portugueses, além de serem "coisados" e  mal pagos, também  estão sujeitos a estas cenas.

Hoje, em Lisboa,  vi uma velhota toda gaiteira, a tentar apranchar-se a um polícia, ali para os lados de Belém.

Só tive pena de estar empancada no meio do trânsito e não ter conseguido tirar uma foto à maneira,  para  vender à Agência Reuters e ganhar uma pipa de massa.

Pessoal, tenham mas é juízo!

Se quiserem mesmo abraçar alguém, comecem lá por casa, seus teatreiros de merda.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

A RAPARIGA NÃO TEVE MAU GOSTO

Com um Polícia borracho,  como aquele, à minha frente, até eu lhe saltava para a cueca e o abraçava.

Homessa!

Vamos lá a ter sentido crítico.

Eu sou comprometida, mas não sou cega. 

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

AQUELE QUE FOI O MEU COLÉGIO, DURANTE UM ANO

A foto ilustra bem o estado de degradação a que deixaram chegar o edifício do Colégio de Santa Catarina, onde passei bons momentos da minha infância, dos quais guardo muito boas recordações, apesar de só lá ter andado um ano lectivo.
Para a época era considerado um exemplo vanguardista de ensino, comparando com o que na altura se praticava em Portugal.
As nossas batas em azul-escuro, de corte elegante, com a gola em piquê branco, bordado, mais o cinto de cabedal castanho, faziam furor em qualquer lado onde aparecessemos.
Um edifício imponente, que se está a desmoronar aos poucos, sem que ninguém se importe com isso.
Faço daqui um apelo para que os antigos alunos não deixem que tal aconteça.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

"TROVAS DE UM TEMPO QUE PASSA"




Hoje, em Lisboa, reencontrei alguém que já não via há uns bons anos, desde os tempos de um colégio que frequentei, em Portugal, na Figueira da Foz, durante o ano em que o meu pai esteve na Universidade de Coimbra a fazer as "pedagógicas". Acho que era assim que se chamava naquele tempo, o equivalente hoje ao Mestrado.

Era um Colégio com vista para o mar, e onde havia um macaco junto ao portão, que mordia toda a gente que se aproximasse dele.

Mas o sacana do macaco, que servia de guarda ao escapulanço da malta, quando queriamos ir para a esplanada da praia, se algum professor faltava, era mesmo macaco, na verdadeira acepção da palavra. Só mordia quem não lhe atirasse com uma peça de fruta ou qualquer outra gulodice que lhe agradasse.

Eu como lhe conhecia a manha, de cada vez que tinha "furo" e queria ir ver o mar, ia à cozinheira do colégio e com o ar mais cândido deste mundo, dizia-lhe que a sopa dela era a melhor do mundo, o que me valia logo uma mão cheia de rebuçados do tipo da Régua, feitos por ela, que eu ia logo a correr dar ao macaco, para me escapulir.

"Estás na mesma", disse-me essa antiga colega. "E a prova é que te reconheci logo. Não mudaste nada. Continuas com o mesmo olhar de reguila".

Bem, pensei eu, estou metida num molho de bróculos, sem me lembrar do nome, nem quem era a pessoa que assim me abordava, o que, diga-se de passagem, foi extremamente deselegante da minha parte, pois a moçoila estava mesmo contente por me ver.

Palavra puxa palavra e cheguei à conclusão que tinhamos sido as melhores amigas durante aquele ano em que andei naquele colégio. Como eu sou canhota e tinha uma certa dificuldade nas aulas de lavores e de trabalhos manuais, porque faço os bordados e o resto, tudo ao contrário, a boa da Adelaide fazia-os por mim, sem que a professora desse por ela, porque eu ainda sou do tempo em que os professores davam grandes cacetadas e ponteiradas nas mãos de quem se atrevesse a trabalhar com a "canhota". Nós os esquerdinos eramos considerados, naquele tempo, "almas do demo". Em contrapartida eu fazia-lhe os trabalhos de francês.

Fartámo-nos de rir só de imaginar as partidas que pregávamos ao professor de canto coral e à freira de religião e moral. Tudo com o maior dos respeitos, está claro. Nada do que se passa agora em que os professores levam enxertos de porrada da família inteira de um aluno, sem que ninguém faça nada. Coitadinho do aluno, fofinho, que precisa de ir ao psicólogo, enquanto neste país, o professor pode ir para a puta que o pariu, que ninguém se importa.
Gostei de te rever Adelaide.


Desculpa não te ter reconhecido de imediato.
Obrigada por nunca me teres denunciado, quando eu escondia os véus e os sapatos das nossas colegas, antes das missas de Domingo.






domingo, 9 de setembro de 2012

A "NEVER ENDING STORY"





Nunca serei moçoila de facebooks, nem desse tipo de exposição pública, que já está mais que provado, tem causado sérios dissabores e até casos de polícia, a quem é fã de pôr a sua vida a descoberto, ao alcance de qualquer um que tenha boas ou más intenções. No entanto, vou-me sempre mantendo informada das bestialidades que ocorrem por essas redes sociais fora, graças a amigos e colegas que estão viciados nesse tipo de mediatismo. Depois admiram-se, quando se sentem criticados ou até reprovados pelas entidades patronais, por qualquer coisa menos politicamente correcta que resolveram colocar na sua "montra" de vaidades.

Até o nosso PM já vai para o facebook chorar lágrimas de crocodilo, dando palmadinhas nas costas e chamando "Amigo" ao desgraçado do Zé Povinho, depois de nos ter dado a valente fornicadela à coelho que deu, antes de ter ido com a mulher para uma festa privada de comemoração de não sei o quê, utilizando um pópó do Estado e uns quantos seguranças pessoais, pagos por todos nós.
E ainda por cima, depois de ter anunciado o aumento de impostos e de penalizações aos trabalhadores e reformados portugueses, tem a desfaçatez de afirmar que, afinal, "esta história ainda não vai acabar aqui", o que quer dizer que enquanto o dito cujo se mantiver no poder, ainda vamos levar com muitas mais fodinhas à coelho, em todos os nossos buracos.
Vamos ter de começar a espalhar o vírus da mixomatose, fatal aos coelhos, antes das próximas eleições, senão estamos todos lixados com um F.

sábado, 8 de setembro de 2012

CHOCANTE!



Como sempre, são os mais pobres que vão pagar o "pato".

Aposentados, pensionistas e reformados, não vão receber os subsídios a que têm direito, apesar de o Tribunal Constitucional ter dado razão aos Sindicatos e ter confirmado esse direito.

O Decreto-lei que institui os subsídios de Férias e de Natal, estipula que os mesmos são impenhoráveis e inalienáveis e, que eu saiba, ainda não foi revogado e continua em vigor.

E depois ainda há a história dos mais 7% que vamos ter que pagar e não bufar, para não falar de que o Senhor Dr. Gajo ainda tem a distinta lata de vir pedir mais sacrifícios aos portugueses, sem nunca dizer o quanto vai ser preciso, qual a quantia certa , para acabar com o descalabro em que ficaram as contas públicas, depois de tantas governações selvagens, tanto do PS como do PSD.

Gostaria de ter ouvido que iriam acabar com as gorduras do Estado, cortando em cargos públicos que só foram criados ou mantidos para pagar favores.

Gostaria de ter ouvido que as grandes fortunas teriam de ser tributadas, pois só assim se poderá falar de equidade.

Gostaria de ter ouvido que iriam acabar com fundações e parcerias público privadas, sem qualquer utilidade que não seja a de dar emprego a boys e girls desclassificados, sem qualquer competência, curriculum ou sentido de Estado.

Gostaria de ter ouvido que no Estado iria haver combate e uma vigilância apertada na despesa, nomeadamente em gastos com telefones, faxes, telemóveis, carros topo de gama, despesas superfluas e maior contenção e parcimónia com "despesas de representação".

Gostaria de ter ouvido que seriam nomeados directores e quadros superiores de reconhecido mérito e competência, independentemente do partido a que pertencessem, para certos lugares cuja exigência necessita que assim seja. Não Directores sem qualquer idoneidade moral que tenham sido punidos disciplinarmente na empresa onde trabalhavam, por desvio de verbas e que agora se apresentam com uma aura de santidade, conferida pelo facto de pertencerem ao "clube" da laranjina C (de cunha).

Gostaria de ter ouvido que Portugal é um País independente e que não tem como Primeiros Ministros a Frau Merkel e a Troika.

Gostaria de ter ouvido que acabou o tempo de serem sempre os mesmos a sacrificar-se, para uma corja de malandros receber vencimentos acima do Presidente da República e chorudas reformas de vários cargos que dizem ter desempenhado. Sim, porque Portugal deve ser o único país no mundo, em que os políticos têm o dom da ubiquidade laboral.
Para mim, são todos uma cambada de fdp.

Se um dia a coisa "aquecer", tenham medo do Povo.

Muito medo.

Porque Portugal é de todos e vocês querem fazer dos trabalhadores portugueses escravos e "tótós".

RAÇÃO PARA TODOS. TOCA A POUPAR!



Deixem-me mas é comer o meu tacho antes que chegue o meu dono que é funcionário público e não me deixe ficar sequer uma migalha.
É que o Passos agora vai pôr os reformados e os funcionários públicos a comer comida para cão.
Ganda Passos!
Ganha ele e ganho eu. Agora, cá em casa, acabaram-se os restos de comida.
A partir de hoje a minha dona já disse que os rissois e a massa à bolonhesa, vão passar a ser feitos com as minhas latas de ração, que sempre ficam mais em conta e ainda dão para fazer almôndegas e rissois para vender para fora. Parece que o restaurante da Assembleia da República já informou que também vai encomendar rissois e empadinhas de carne à minha dona.
Vai ser cá uma poupança....

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

DIZIME-SE O POVO!

Hoje de manhã, enquanto tomava o pequeno almoço, passei os olhos por um jornal diário, que trazia numa das páginas, a foto do nosso Primeiro, com a seguinte legenda: "Más notícias: Passos Coelho admite que terá de haver um novo aumento de impostos."

Kum Kaneko!

Eu, chegadinha de férias há poucos dias, juro que atravessei a fronteira com o coração nas mãos, a pensar se ainda iria encontrar alguns portugueses vivos, já que andam a ser dizimados lentamente, com tanta carga de impostos, que não vai tardar muito, não vão conseguir suportar.

Veio-me à memória o Diploma Legislativo nº 3844, de 22 de Agosto de 1968, aplicado só às ex-colónias portugueses, e que regulava o pagamento do tristemente famoso "Imposto Geral Mínimo", pago ao Estado português, anualmente, imposto esse que não tinha razão de ser e a que muitos chamavam o imposto para respirar.

Em 1974 esse imposto tinha o valor de trezentos e oitenta escudos e era pago igualmente por todos. Era o chamado "imposto palhota" que tanto branco como negro pagavam e não bufavam, pois para poderem obter qualquer documento ou tratar de qualquer assunto, não o podiam fazer se não comprovassem ter pago o "IGM".

Acresce falar da injustiça de semelhante imposto e, para dar o exemplo dessa injustiça, basta referir que um camponês autóctone, com os seus parcos recursos, para pagar os 380 escudos, em 1974, tinha de conseguir vender 50 sacas de algodão, com 50 kilos cada, para reunir essa verba, ao passo que para um proprietário, fazendeiro ou um trabalhador dos serviços, essa importância não era significativa.

Está a parecer-me que o Senhor angolano de Massamá, está com ideias de se inspirar no mesmo modelo e ninguém fique surpreendido se do próximo Conselho de Ministros, saír um diploma a exigir aos portugueses o pagamento de um imposto para poderem respirar.
Eu se fosse a ele ia mais longe. Começava já a tributar as bufas, os traques, os peidos, as quecas e os arrotos, contratando o tal do Magalhães para fazer um software que controle tanto ricos como pobres, pondo os pobres a pagar menos porque os ricos, como comem mais e melhor, quando se "largam", é de fugir.

SOUSTONS - A NOSSA PRAIA PREFERIDA

Um paraíso quase deserto, junto ao País Basco francês, com óptimas infraestruturas para fazer natação, surf, mergulho, canoagem e pesca à linha.

Recomendo, e escusado será dizer que adorei.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

"E DEPOIS DO ADEUS...."






As férias de Verão estão a chegar ao fim e para trás vão ficar as boas recordações que sempre guardo, quando passo esses dias de lazer com pessoas que me são muito queridas e com quem tenho grandes afinidades.


Este ano foi o máximo.


Adoro o mar e, sempre que posso, lá vou eu com o equipamento às costas, para dar grandes e demorados mergulhos, ao mesmo tempo que dou graças a Deus por me permitir ter agilidade mental e física suficiente, para o fazer, já que sou uma mecinha muito resistente, que já escapou a um AVC e a uma leucemia, ainda na "flor" da idade, que por felicidade não deixaram sequelas.


Adorei dar longos passeios à beira-mar, com a espuma das ondas a acariciar-me os pés e o cheiro a maresia a entrar-me pelas narinas dentro.

Adorei aqueles abraços sinceros e aquele sorriso franco, de quem ainda guarda uma secreta esperança.


Como o tempo passou.


Fiquei atrapalhada quando me perguntaste se guardei as tuas cartas de amor.

Como poderia guardá-las, se nunca as recebi?


"O Amor é fodido", pensei eu, recordando-me do romance de Miguel Esteves Cardoso e da história que narrava.

O Amor é mesmo fodido.


Quando pensamos que há muito dissemos "adeus", o passado emerge com sotaque francês, os mesmos olhos azuis como os lagos da região de L'Aquitaine, um beijo e um abraço que nos reconforta e aconchega a alma.


Gosto tanto de ti.

sábado, 14 de julho de 2012

ELAS AÍ ESTÃO!





Finalmente, as minha merecidas férias de Verão, durante três semanas inteirinhas, nos meus lugares de eleição, junto ao mar, em excelente companhia, como sempre.


As malas e as minhas "imbambas" já estão preparadas para "arrancar" esta madrugada e esquecer, por uns tempos, a confusão que vai neste país sem rumo.

Espero que, quando voltar, o Cavaco Silva já tenha dissolvido este Governo, uma vez que o Passos Coelho continua a teimar em dar cobertura a vigaristas, fragilizando ainda mais o País e a opinião que os nossos pares têm de nós, por essa Europa Fora.

Até lá, desculpem-me, mas vou "trancar" a "casa" a sete chaves e escondê-la noutro sítio.

Quem quiser contactar comigo, já sabe que o poderá fazer pelos meios habituais, ou através da minha família ou daqueles amigos mais próximos do meu círculo de amizade, que têm os meus números de telemóvel.

Divirtam-se por cá e portem-se bem.

Não façam nada que eu não fizesse.

Beijokas!

ÚLTIMA HORA






Os Bêbados portugueses vão apresentar à Universidade Lusófona, durante a próxima semana, as suas candidaturas à credenciação da licenciatura que confere o grau de Enólogo.

Pelas notícias vindas a público, as provas serão efectuadas nas cantinas da Universidade e os candidatos serão avaliados por professores designados especialmente para esse efeito, recrutados de entre os deputados licenciados e não licenciados, que mais frequentam os bares de Lisboa e do Porto, a fim de afastar qualquer dúvida e suspeição quanto à credibilidade do sistema.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

O JANTAR







sábado, 7 de julho de 2012

"RESSUSCITA-ME"



Para todos aqueles que precisam de um "milagre", lutem sempre pelos Vossos Sonhos e façam com que ele aconteça.

Os tempos são de crise e há também que ser solidário com todos aqueles que neste momento estão a atravessar situações muito difíceis e que não têm qualquer ajuda. 

Ressuscitemos  todos aqueles valores que fazem de nós seres humanos.

Ajudemos todos aqueles que precisarem da nossa ajuda.

Desinteressadamente, sem pedir nada em troca.

terça-feira, 3 de julho de 2012

AFINAL JÁ HÁ MAIS UM

Ó Pázinho, não é por nada, mas conta cá ao Povão como é que foi essa de tirar um curso superior em apenas um ano, jogando apenas com as "equivalências" de uma cadeira do curso de Direito, de uma Universidade privada?


É que eu também tenho o mesmo direito que V. Ex.ª, e quero utilizar as minhas equivalências, para tirar os dois cursos que actualmente estão mais na "berra", e que estão a contribuir grandemente, com a exportação de medicamentos gamados, para o aumento do PIB português, como quem limpa o cu a meninos e passarinhas a meninas.



Pela mesma ordem de ideias, e com todas as cadeiras que tenho feitas, de vários cursos, vais ver que vou ter a equivalência imediata aos cursos de Farmácia e de Medicina, que são os únicos que estão a dar trabalho a muitos portugueses neste momento: Polícia Judiciária, Finanças, Alfândega, GNR, SEF, etc., tão cedo não vão cruzar os braços.



Por isso, não sejas gosma e pergunta lá ao teu amigo Socas como é que se faz, porque amanhã mesmo, quero apresentar o requerimento à tal Universidade, e esperar a resposta.







sexta-feira, 29 de junho de 2012

AQUI JAZ...






Para aquele pessoal que é mesmo meu amigo do peito:


Se eu morrer antes de vocês, façam-me um favor.


Se não quiserem chorar, não chorem e se não conseguirem fazê-lo, não o façam. Podem rir, se tiverem vontade, e até podem contar aquelas peripécias a meu respeito e exagerar um bocado nas histórias que contarem sobre mim.


Sei que vão ter a "divina" tentação que toda a gente tem de me transformarem numa santa, só porque morri. Os Portugueses são assim mesmo e não deixam os seus créditos por mãos alheias, quando consideram que o antípoda de filho da puta, é Santo.


Por isso eu não quero que me aconteça o que aconteceu ao outro, hoje, dia 29/06/2012, depois de esticar o pernil, que agora, em comentários e obituários, só por ter batido a cacholeta, virou "um grande homem", "o rosto solidário de uma cidade", "um querido e bom amigo" "um lutador antifascista, que até foi torturado nos tempos da ditadura", "um benemérito", etc., etc., etc., quando, em vida, todas essas pessoas lhe "malhavam" forte e feio, por não ser propriamente um bom exemplo nem um arauto da santidade.


Não quero lágrimas de crocodilo e se tiverem de dizer alguma coisa sobre mim, digam a verdade. Nada de "dar graxa ao cágado".


Eu vou estar a ouvir e vos garanto que saltarei do meu caixão em chamas, para dar um cachaço a cada um daqueles que se atrever a dizer que eu era "uma santa e grande mulher". Só ficam desculpados se, em vez de grande, disserem que eu era uma mulher boa. Aí poderão ficar descansados que ireis ter toda a minha complacência e podereis acompanhar, de borla, a minha família até ao mar alto, onde as minhas cinzas repousarão para sempre.



Vem isto a propósito de eu ter prometido à minha tia Vivi que a levava a assistir a um funeral, amanhã à tarde, em Lisboa.



É que a velhota pertence a uma Irmandade, é devota de Nossa Senhora do Rosário e eu não quero desiludi-la.


Claro que vou levar as minhas câmaras digital e de filmar, para ficar com um "recuerdo" de todos aqueles que vão usar os óculos escuros da praxe, carpir e chorar de um olho azeite e de outro vinagre, e falar das últimas do Euro 2012, como manda a tradição.



E dizem que há duas "viúvas" metidas ao barulho, o que dará um toque "very hot", ao acontecimento.





















sábado, 16 de junho de 2012

AS "DERRAPAGENS"






Hoje fui literalmente arrastada para passar o fim de semana no Barreiro, a fim de assistir ao baptizado de uma criancinha cujos pais me concederam a subida honra de ser madrinha, no próximo Domingo.



Como sempre que venho ao Barreiro, entro no "corte e costura" local, com todo o mérito, direito e propriedade, já que possuo, além de família, algum património material e sentimental, que não quero alienar, em virtude de ter pertencido aos meus Avós maternos, pessoas que eu adorava.



Ao jantar, as "tesouras" estavam todas muito bem "afiadas", e a conversa descambou para a Misericórdia do Barreiro, com dois Irmãos muito indignados e a barafustar, porque segundo as notícias que estão a vir a público, o orçamento inicial para a construção da famosa UCC, quase que triplicou, falando-se agora numa "derrapagem" de cerca de 7,5 milhões de euros.



Como sou moçoila especializada em Direito Fiscal e Finanças Públicas, com vastos conhecimentos de Contabilidade, fiz uma análise mental de tão aflitiva situação e pensei com os meus botões que, às tantas, mais vale chamarem a "Troika", porque aquilo por lá, parece que anda sem rei nem roque, no que respeita a regras básicas de administração e de gestão.



Conheço o edifício por fora e acho aquilo o maior mamarracho que já vi, em toda a minha vida, em termos de arquitectura.



Sete milhões e meio de euros?



Foda-se!



Será que aquela gente andou a equipar os sanitários com bidés e cagadeiras em ouro?

domingo, 10 de junho de 2012

FLORES PARA O DR. JORGE FAGUNDES






Desejo-lhe  um dia muito feliz.

Parabéns por mais um Aniversário.

Uma beijoka para si.

Que seja eterno. 

segunda-feira, 28 de maio de 2012

FLORES PARA UM AMIGO ESPECIAL



Faz hoje 67 anos e continua um jovem talentoso.

Quem diria?

É um artista plástico que considero muito melhor que muitos daqueles que recebem subvenções do Estado, que é como quem diz, do nosso bolso de contribuintes, pagantes e não bufantes, para fazerem aquele tipo de arte encomendada, para dar com os cortinados, com a carpete ou com a mobília, ou ainda com as lombadas dos livros comprados a metro, para decorar as estantes da "bibenda".

Daqui do Norte, envio-lhe um carinhoso abraço e votos de boa sorte, em todos os seus empreendimentos, nomeadamente a sua "Escola +", na cidade do Barreiro, uma escolinha de artes, dirigida por ele e pela sua talentosa esposa, a ceramista Fátima Gama,  onde pequenos e graúdos dão asas à sua criatividade.

Muitas Felicidades para ele, KIRA de seu nome.

  

sexta-feira, 25 de maio de 2012

TÃO ESPERTOS QUE ELES SÃO


Os burros somos nós, porque temos permitido que tal aconteça.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

"TOQUINHAS DE GRILOS"



Tenho o privilégio de ter uma meia dúzia de  alunos muito atrevidotes, mas excelentes pessoas, com um inegável sentido de humor.

Apesar de estarem já na casa dos trintas e tais, com responsabilidades familiares e profissionais,  muitas vezes comportam-se como autênticas crianças a quem apetece dar uma sapatada, de vez em quando.

Mas eu primo pela cordialidade e faço sempre os possíveis para que as minhas aulas não sejam secas tremendas, já que Direito Fiscal e Finanças Públicas não são propriamente cadeiras comparáveis a "corte e costura" ou "rendas e bordados".

São curiosos, cuscos e malandrecos, quanto baste,  e quanto eu permito.

Na última aula, fui presenteada com um ramo de rosas, oferecido por uma aluna que não pôde estar presente no jantar de final de semestre, que tenho por hábito oferecer aos meus alunos, em minha casa, por altura da queima das fitas.

O mais cusco deles todos,  quis logo saber de quem tinha partido a oferta.

Eu informei apenas que "foi uma colega Vossa".

O mafarrico saíu-se com esta: "Pois eu, professora, não lhe oferecia flores, não. Oferecia-lhe jardins cheios de toquinhas de grilos, para andarmos os dois de gatas, à cata deles".

Não consegui disfarçar o riso porque, muito sinceramente,  nunca consegui imaginar-me a catar grilos, de gatas, em toquinhas de jardins.

São estes momentos fugazes, de boa disposição, que me fazem amar a vida e gostar de tudo aquilo que faço.

sábado, 19 de maio de 2012

MAQUIAVELISMO MAÇON



Nunca gostei deste fulano. É uma espécie de político do tipo enguia, saltitante, manipulador e incoerente.

Hoje li num jornal, o seu pedido de desculpas a uma jornalista do Público, por causa de ameaças que terá proferido contra ela, se a dita profissional da comunicação, se atrevesse a publicar certas e determinadas notícias que visavam a sua pessoa. 

A língua portuguesa é uma língua que permite suavizar e branquear a força das  palavras. Existem imensos vocábulos para exprimir as mesmas ideias, sem causar um terramoto social.

Mas,  neste caso, a tal  "pressão" de que a jornalista se disse alvo, corroborada pelo Director do Jornal, não passa de uma vil  CHANTAGEM  de todo inadmíssivel, tendo em conta  que o seu autor se trata do número dois do governo de Portugal.

Se fosse comigo, fodia-lhe a tromba.

Infelizmente Passos Coelho encontra-se num dilema. Para despedir este, teria de correr com mais uns quantos idiotas que fazem parte do seu governo.

Não me surpreenderá nada se, um dia destes, Miguel Relvas se tornar numa 2.ª edição revista e ampliada do não menos infeliz Armando Vara,  do PS.

Com tantos "casos",  tudo indica que para lá caminha.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

EU



Gosto do Tejo.

Gosto quando não há coincidências e as coisas fluem por acaso.

Gosto de ser eu.

Gosto de não ter horas marcadas, nem depender de ninguém.

Gosto de mim.

Adoro-me!

Gosto de ser como eu.

Detesto,  quando deixo de gostar.

terça-feira, 15 de maio de 2012

CROMOS VICTÓRIA



Ultimamente tenho dedicado uma grande parte do meu tempo disponível, às arrumações.

Se há sítios que gosto pouco de frequentar, são os sótãos da infância, onde aprendi a guardar memórias e a criar histórias sobre os objectos do passado.

Mas este sótão é diferente. Guarda as recordações de algumas gerações da minha família. Cada uma das caixas tem escrito o nome do respectivo dono ou dona dos objectos ali depositados e a data.

Por curiosidade, abri uma delas,  datada de finais dos anos 50, do século XX, a única que não tinha o nome escrito.

Senti-me como se tivesse aberto uma sepultura. Lá dentro estavam vários brinquedos de lata, duas bonecas sem olhos, vários carrinhos, uma fisga muito antiga, cinco piões  e vários saquinhos de pano com berlindes coloridos.

Fui tirando os objectos um a um, até que encontrei uma velha caderneta de cromos dos famosos rebuçados Victória.

Recordo-me de ouvir contar que essas cadernetas eram preenchidas com os envólucros transparentes dos rebuçados, que tinham como tema várias espécies de animais e que os mais difíceis de saír eram o bacalhau, a cobaia e o cabrito. Diziam as pessoas desse tempo que cinco rebuçados custavam um tostão.

Desfolhei-a e tive a agradável surpresa de constatar que quem quer que fosse que tenha feito aquela colecção, conseguiu os cromos todos. A caderneta está completa, em boas condições  e transmite,  a quem a manuseia,   qualquer coisa de "naif", de puro.

Hoje já não há ninguém que coleccione cromos de animais, muito menos cromos que saiam em rebuçados de tostão.













segunda-feira, 14 de maio de 2012

MONSIEUR MERKOLLANDE



Fartou-se de falar grosso, na campanha.

Blá, blá, blá, blá, socialismo, apregoou ele.

No dia seguinte foi a correr beijar o traseiro de Frau Merkel e pôr-se a jeito, como o Sarkozy.

Estes políticos são todos iguais.

domingo, 13 de maio de 2012

COISAS DA VIDA




Um dia, um homem foi consultar um psiquiatra.

Dizia ele que não sabia o que se passava consigo,  porque sentia-se triste, deprimido, infeliz, sem vontade de viver.

O médico recomendou-lhe, então, que fosse ver o espectáculo de um palhaço muito conhecido, que tinha a fama de fazer rir e alegrar  todos aqueles que estavam  tristes,  deprimidos e sem vontade de viver,  mudando-lhes completamente a forma como encaravam a vida e a adversidade.

O homem respondeu-lhe:

"Mas,  Dr., esse tal palhaço sou eu!".

sábado, 12 de maio de 2012

"FINAL COUNTDOWN"




Por regra,  todos os fins de semana,  costumo pegar nas minhas câmaras de fotografar e de filmar, e partir em busca de novas paisagens e de bons locais de lazer, onde possa relaxar um pouco e desanuviar os pensamentos.

O meu local preferido são as arribas do Douro e toda aquela parte da confluência dos rios Côa e Douro com especial destaque (passe o pleonasmo) para o miradouro de Paradela e barragem do Crasto. Um autêntico Paraíso onde por vezes me apetece voar, tal a sensação de liberdade que a paisagem provoca em mim.

Estava eu um dia destes em plena acção contemplativa, de pé, empoleirada no muro do miradouro, quando me sinto agarrada e puxada para trás, ao mesmo tempo que oiço uma voz masculina a dizer: "Não faça isso, a vida tem tantas coisas belas, que é pecado desperdiçá-la. Só a morte não tem solução".  

Era um "puto" dos seus vinte e poucos  anos, a quem me apeteceu pregar um chapo, por causa do valente susto que me pregou. O sacana do rapaz pensou que eu me queria atirar lá de cima e toca de se armar em salvador de serviço.

Ficou muito atrapalhado quando verificou que se enganara profundamente e fartou-se de me pedir desculpas por ter interpretado mal o meu gesto.

Já uma "gaija" não pode dar asas ao seu entusiasmo,  sem que alguém comece logo a pensar barbaridades.

Eu relevei a atitude do moçoilo. Até porque era um pedaço de mau caminho, apesar de eu não ser pedófila. 

Disse-lhe que a  contagem começou no dia em que viemos ao Mundo. Cada dia que passa é menos um dia e há que vivê-lo com plenitude e, se possível, sem causar dano a ninguém. 

Eu sei que a minha contagem já foi muitas vezes interrompida e que já estive quase a bater a "cacholeta".

Só peço ao Criador que,  antes desse dia  chegar, me dê a oportunidade de me despedir de todos aqueles que comigo privaram  e de poder dizer-lhes todas as coisas que nunca tive oportunidade de dizer, ou que eles nunca quiseram ouvir.  

Acho que não estou a pedir demais.








sexta-feira, 11 de maio de 2012

AI JESUS!

sexta-feira, 4 de maio de 2012

AFINAL "A LUTA CONTINUA!"



Este nosso Povão é uma malta de palavra, fiel aos seus princípios e aos ideais do 25 de Abril.

O 1.º de Maio de 2012, vai ficar na História de Portugal porque, não há dúvida,  foi comemorado à letra e a preceito.

A luta continuou,  este ano, nos Supermercados Pingo Doce.

Pancadaria de criar bicho.

E dizia o outro: "O Povo é sereno, pá!".

Nota-se!

A memória é curta.

Já se esqueceram de que o Senhor Soares foi o tal que cagou nos portugueses e foi para a Holanda pagar impostos e criar postos de trabalho. 






terça-feira, 1 de maio de 2012

O EROTISMO DA QUESTÃO



Ainda escrevendo sobre subsídios,  não consigo deixar de pensar que existe um “não sei quê”  de “erótico” em toda esta questão de cortes e de aumentos indiscriminados.
Senão, vejamos:
Se atentarmos no facto de o Orçamento da Assembleia da República, para o ano de 2012, contemplar os subsídios de férias e de Natal, que vão ser pagos aos Deputados e funcionários daquela Instituição, ao arrepio dos cortes verificados para os restantes funcionários públicos,  estando prevista, para o efeito,  uma verba de cerca de dois milhões e cem mil euros, não posso deixar de exprimir a minha indignação, deixando escapar um “ora toma lá que é democrático!”, porquanto este é um “toma lá” na verdadeira acepção da palavra. Um “toma lá” que significa que o Povão está a ser “cosido” e mal pago.

Até quando irá este Povão amochar como um burro que, como dizia Guerra Junqueiro, "já nem com as orelhas consegue enxotar as moscas"?
“Amochar” significa dobrar-se para que alguém lhe possa saltar para cima.

Não há dúvida. “Saltaram para cima”  do Zé Povo e ele já não reage.  
No Orçamento 2012, da Assembleia da República, eles lá estão: os Subsídios de Férias e de Natal. Claro que já sabemos que estes políticos são super-portugueses, que não são regidos pelas mesmas leis aplicáveis à populaça.
Mas será que não haverá um mínimo de decoro?
O mais escandaloso é que este orçamento foi aprovado por TODOS os partidos.
Só faltava virem agora justificar que aprovaram o pagamento,  porque havia o perigo de fuga destes “cérebros” todos para o estrangeiro.

"BWINSUBSÍDIO"



É raro o dia em que a  comunicação social portuguesa não traga à baila a guerrilha  protagonizada pelo Primeiro Ministro e pelo Ministro das Finanças, sobre o avanço de números e de datas em que terá lugar a restituição dos subsídios de férias e de Natal,  aos funcionários públicos.

Vão restituir  5%, 25%, ou nada?

Será em 2014, 2015, 2018 ou jamais?

Decidam-se!

Acho que vou organizar um jogo de apostas, do tipo das que se fazem em Inglaterra, com as corridas de cavalos.

Até ao ano de 2018 muita água vai correr debaixo da ponte, sobre esta matéria,   e eu poderei, assim, dar asas ao meu empreendedorismo e ganhar umas "massas"  valentes.