sábado, 7 de julho de 2012

"RESSUSCITA-ME"



Para todos aqueles que precisam de um "milagre", lutem sempre pelos Vossos Sonhos e façam com que ele aconteça.

Os tempos são de crise e há também que ser solidário com todos aqueles que neste momento estão a atravessar situações muito difíceis e que não têm qualquer ajuda. 

Ressuscitemos  todos aqueles valores que fazem de nós seres humanos.

Ajudemos todos aqueles que precisarem da nossa ajuda.

Desinteressadamente, sem pedir nada em troca.

11 comentários:

Fernando Pereira disse...

Peço desculpa, mas não acredito em milagres, nem de Fátima, nem das rosas...

Acredito, isso sim, nos valores da Amizade, Camaradagem, Solidariedade, e em meia dúzia mais, que não vou enunciar.

E sou apologista, porque pratico, com o Sonhar. Veja que continuo a sonhar com um Portugal Democrático, que seja respeitado e respeite os Povos de todo o Mundo - incluindo o nosso!
E sonho, continuo a sonhar, com Tribunais, Juízes e Ministério Público sem medo de políticos corruptos, amantes fêmeas e machos deles, afilhados adquiridos ao longo dos seus percursos de intriga e de gamanço, beijadores de serviço e outros f. d. p. que nos vão enrabando...

Olhe, Verdadeira, sonho e alimento o sonho de ainda vir a viver num País Verdadeiro e Real!!!

Sonhar é tão bom, não é?

A-Verdadeira disse...

A Amizade, Camaradagem, Solidariedade, Fraternidade, o Amor ao Próximo, serão autênticos milagres se conseguirmos implementá-los nos tempos que correm e a tempo de nos redimirmos como seres humanos. Chegámos aos tempos de ócio, de laxismo, de ódio, de ganância, de facilitismo.

Por isso concordo consigo e também acho que é muito bom Sonhar.

Como dizia o Poeta, "O Sonho comanda a vida e quando um homem sonha, o mundo pula e avança....".

Mas será que alguma vez, com a actual conjuntura, poderemos ser livres de sonhar um só sonho que seja?

Há muitos anos atrás, houve um Abril de cravos floridos, uma Primavera de sonho, nas nossas vidas. Mas esse sonho não passou de um desmaio de bêbado.

Fernando Pereira disse...

Calma, minha Senhora, não seja tão amarga... Há que confiar, principalmente em nós mesmos, porque já sabemos o que a casa gasta. E temos, nós, povo, genuíno e bem parido, muitas hipóteses de mudar esta merda toda.
Sabe que já estou farto deste pinguepongue governamental que nunca mais arreda dos ventres pobres do PS e do PSD?

Espero estar vivo para ver a volta que isto tudo vai dar. E para ver os chulos e vendilhões esprenearem como merecem!

Cumprimentos

A-Verdadeira disse...

Há quase quarenta anos que andámos a deixar as coisas correr. O resultado foi o abuso generalizado, o saque, o regabofe e estamos a caminhar a passos largos para uma nova ditadura, desta vez imposta por elementos que nos são estranhos e aos quais aderimos à ceguinho, sem medir os prós e os contras e as nefastas consequências. Aos poucos estamos a empenhar a nossa soberania mas ninguém nos consultou sobre o assunto.
Somos um Povo amorfo. Acabou-se o Viriato, o D. Afonso Henriques, a Padeira de Aljubarrota, a Maria da Fonte, o Salazar e no lugar deles permitimos que ficassem uma série de bobos da corte, que passam a vida a chocalhar os guizos e a fazer palhaçadas por essa Europa fora, em troca de umas moedas que lhes permita continuar a ser palhaços.

Fernando Pereira disse...

O Salazar???

A-Verdadeira disse...

"Of course que yes!"

Pelo menos conseguiu tirar-nos da crise de 1926, causada pelos Republicanos, não nos arrastou para a II Guerra Mundial, estivemos tranquilos e, quando morreu, deixou montes de ouro armazenado, que hoje ninguém sabe onde foi parar.

E morreu pobre, sem contas em offshores.

Fernando Pereira disse...

Uma monarca a tecer elogios a um reles ditador que nos oprimiu duirante meio século e que torcia o nariz a reis, reizinhos e equivalentes?
Normalizou a economia a troco do quê?
O ouro que deixou continua no Banco de Portugal.
Não fomos para a guerra mas vendemos conservas e agasalhos a alemães e a aliados: uma no cravo outra na ferradura. Mas fomos para a guerra, fomos. O meu avô esteve na primeira. E conheci um senhor que esteve nas trincheiras, na segunda.
Podia ter morrido pobre, mas não tão pobre como isso.

Fim!

A-Verdadeira disse...

Pontos de vista diferentes.
É assim a democracia, tal qual como eu a concebo.

Também admiro Álvaro Cunhal que também tinha os seus "defeitozitos".

No meu escritório, tenho penduradas as fotos autografadas do nosso Rei D. Carlos, Salazar, do Álvaro Cunhal e do Che Guevara.
4 filosofias de vida diferentes, que quanto a mim se completam.

Mas como já alguém disse por aqui, que eu sou do "contra", ficamos assim.

E se organizássemos uma petição pública para toda a gente poder visitar e comprovar se o tal ouro que diz estar guardado no Banco de Portugal, se encontra mesmo lá?

A título de curiosidade: sabia que a família real da Suécia descende de um negociante de bacalhau que enriqueceu graças ao bacalhau que fornecia às tropas, na II guerra mundial, bacalhau esse pescado por bacalhoeiros e pescadores portugueses?
A família "Bernardotte", apelido dos monarcas suecos, chegou onde chegou, graças aos portugueses. E hoje dizem-nos descaradamente: "vão trabalhar malandros!". Nem para o casamento da Princesa Vitória convidaram nenhum membro da realeza ou do governo português.

Em Portugal nunca existiu "Estado". Para mim é um sistema tribal, resultante do Feudalismo enraizado em muitas mentes de alguns que hoje se intitulam "políticos", quando na verdade não passam de elementos de várias "tribos" que se unem em torno de um objectivo que às vezes é individual e nem sequer é comum, para andarem sempre à porra e à massa por tudo e por nada.

O que vale é que ainda existem bons livros e pessoas excepcionais que nos vão fazendo não perder a esperança.

A esperança é a última a morrer, como diz o Povo.

Fernando Pereira disse...

"Rei D. Carlos, Salazar, do Álvaro Cunhal e do Che Guevara.
4 filosofias de vida diferentes, que quanto a mim se completam."

Olha minha Amiga: almocei uma sardinhada de fazer inveja ao nosso comum Amigo Zé da Paragem: e sinto-me bem com o mundo, comigo mesmo e com certas "filosofias". O meu avô carroceiro/ferreiro tinha na sua oficina uma foto do rei Carlos, do Salazar e em lugar de honra um desenho de Maria da Fonte. A da minha avó ocupava lugar por cima da forja, mesmo ao lado de uma estampa do Sagrado Coração de Maria. Todas elas com nítidos vestígios de ferrugem e de fumos carvoeiros... E acredita que ele tinha um costela de monarca?

Como vê, ninguém neste acentuado vale de lágrimas é perfeito. Ainda bem, só assim se pode sobreviver e contribuir para que o movimento da roda, da roda da indignação justa e devidamente soldada, não gire à toa, nem pare...

O resto, minha Amiga, é uma questão de somenos importância. Quinquilharia...

E sinto que a Senhora, lá bem no fundo, no âmago do que retemos para traçar nossos rumos nesta vida, tem presentida inclinação para o socialismo... Mantenha-a!!!

A-Verdadeira disse...

Sardinhada da boa, vou comê-la no próximo fim de semana, início de férias, com os lateiros do costume.
Também me sinto muito bem com o Mundo e comigo própria.
Gostava de ter conhecido o seu Avô. Devia ter sido uma pessoa na verdadeira acepção da palavra, com uma mente aberta, coisa que hoje já não existe. Hoje são muito raras as pessoas que conseguem conviver e aceitar as diferenças, aceitando o "outro" como ele é na realidade.

Eu considero que há muitas formas de Socialismo. A que mantenho no meu "âmago", desde quando era criança, é a que nos leva a saber pensar pela nossa cabeça e nunca perder o sento crítico. No dia em que alguém perder o sentido crítico, estará "lixado".

A-Verdadeira disse...

No comentário anterior, leia-se "sentido Crítico", em vez de "sento crítico". Já ando a comer palavras.