Portugal foi invadido por uma chuva de cartazes de campanha para as autárquicas 2013.
Devia ser proibido esse tipo de poluição visual e ambiental, que magoa os sentidos.
Os coitados estão mesmo convencidos que levam o Zé Povinho à certa, só por apresentarem uma "chipala" sorridente a enquadrar frases mais ou menos caricatas.
"Mais" disto, "Mais" daquilo, enfim... "paroles, paroles, paroles".
Fosga-se que nem nas férias uma "gaija" pode desfrutar tranquilamente do sol e da paisagem, sem dar de caras com um Tino de Rans, ao virar de cada esquina.



4 comentários:
E a Picha ( assim mesmo ) sabe onde fica ?
Respeitosos cumprimentos,
Zé.
Sei sim Senhor.
Alguém já me mandou, por mail, uma vasta listagem de placas toponímicas de terras portuguesas.
De entre vários nomes insólitos, à que achei mais piada foi "Venda da Gaita".
Valha-nos estas cenas para nos rirmos um pouco.
E na lista vem Coito do Pito ( Castro d'Aire )?
Ah Ah Ah.
( Pois é, a Flor vai mesmo ver-se em palpos de aranha para explicar aos seus convidados porque é que o Barreiro Velho está como está ... )
Muita saúde.
Há mais nomes, todos eles muito sugestivos e divertidos.
É uma tristeza ver o BV quase em ruínas.
Não sei qual foi a ideia de pintar o Largo Alexandre Herculano com aquelas corres tão berrantes, que ferem a sensibilidade de qualquer um.
Há fachadas riquíssimas, o arco manuelino, os edifícios Arte Nova, edificado tardo-medieval e pombalino, tudo a caír aos pedaços. Não há desculpa possível. Sei que muitos herdeiros não têm possibilidades para a reconstrução e alguns proprietários morreram sem deixar herdeiros. Nunca vi semelhante em lado nenhum.
Os meus convidados, principalmente o meu marido e o meu cunhado, estudiosos e amantes daquele tipo de arquitectura, ficaram estupefactos com o grau de abandono e degradação do Barreiro Velho.
As festas também não estão grande coisa.
Pelo menos deu para tirar fotos lindíssimas de vários enquadramentos da cidade e do rio.
Também andámos pelo Sapal de Coina, um espectáculo da natureza, que está mal divulgado e explorado.
Estes meus amigos tinham muita curiosidade sobre o Barreiro como a cidade industrial mais antiga de Portugal.
Salvou-se uma coisa: a comida. Tudo o que comemos estava óptimo.
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