
Aproxima-se de nós mansamente.
Tenta caír nas nossas boas graças.
Inclina-se à nossa passagem.
Apressa-se a adivinhar o que precisamos
E percorre este mundo e o outro para encontrar.
Bajula-nos.
Acaricia-nos o ego.
É subserviente e servil.
Mas quando lhe damos a mão
Agarra-nos o braço
E tenta acabar connosco,
O Biltre.














