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O palhaço tirou mais um gambozino da cartola.
Desta vez, pediu ao seu amigo Hugo que lhe fizesse o frete de vir até Portugal ajudá-lo a enganar o Zé Povinho, com o conto do vigário.
"Ele não vai levar um, nem dois, nem três barcos. Vai levar dois barcos, mais um ferry e encomendar mais outros dois", tal e qual como os vendedores da banha da cobra.
Meteu os pés pelas duas mãos e toca de engendrar um esquema, fazendo acreditar à populaça que Chávez será o salvador da Pátria, ao fazer tantas encomendas, ao dar tantas beijokas e tanto dinheiro a Portugal.
Ele é petróleo ao preço da chuva, ele é barcos, ferries, Magalhães, casas pré-fabricadas, energias renováveis, eu sei lá que mais, à espera que os portugueses vão na "corrida".
Já agora, podia ter-lhe impingido mais os dois submarinos. Assim, como assim, não nos fazem cá falta nenhuma, já que há muito tempo estamos mergulhados em merda.
Só que ele não sabe que nós sabemos que "mon ami Chávez" ainda não pagou a totalidade das encomendas que fez, quando esteve cá há três anos e que há empresários portugueses a "ganir", por esse motivo.
Por este andar, não vai tardar muito, seremos uma colónia da Venezuela.
Por isso, Pessoal, toca a aprender a língua de "nuestros hermanos".
"Por supuesto!"
Foi eleito pelo Financial Times, o pior Ministro das Finanças da UE, entre os 19 avaliados.
Por isso, isto tinha que dar no que deu.
Este "Branquinho" não "lava" mais branco.
Depois de fazer parte de uma comissão de ética, que averiguava as "promiscuidades" existentes entre duas empresas cuja actuação se fartou de criticar, caiu em tentação e bandeou-se para o lado de lá.
A ambição e a sede de poder são desmedidas, para aqueles que querem subir facilmente na vida, empenhando os valores fundamentantes do bom carácter e da boa formação moral e intelectual.
Graças ao "detergente" Ongoing, a bancada do PSD vai ver-se livre desta nódoa.
Não há dúvida de que estes "políticos" estão, cada vez mais, sem vergonha na cara.
Hoje, no divertido jantar das sextas-feiras, ali para os lados do Forum do Barreiro, em conversa com um amigo militante socialista ferrenho, daqueles que torcem pelo PS, como eu torço pelo Benfica ou pela Académica de Coimbra, já com um "grão na asa", jurou-me a pés juntos que não irá votar no Manuel Alegre.
"Jamé! E, como eu, outros camaradas meus irão fazer o mesmo, aqui no Distrito", disse-me ele.
Estes socialistas, quando se embebedam, só dizem disparates, pensei eu.
Mas afinal o Manuel Alegre não é o candidato apoiado pelo Partido Socialista?
Já começo a ficar baralhada, eu que até nem bebo bebidas alcoólicas.
Mas tudo é possível.
Já nada me surpreende aqui por estas bandas.
Quem ouve falar este Ministro das Finanças, até parece que a culpa não é deste (des)governo.
Fala como se só agora tivesse tomado conta da Pasta das Finanças e não tivesse nada a ver com o descalabro.
O pior é que, no meio de toda esta incompetência, quem está a ser "coisado" somos nós.
E já não há posição que aguente.
Agora são as grandes superfícies a poderem abrir todos os dias, com a desculpa de que será em benefício dos trabalhadores desempregados. Segundo o que dizem os patrões, irão ser criados mais de dois mil postos de trabalho.
É de rir. Ainda tenho na memória a famosa promessa da criação dos tais 150.000 empregos, feita pelo mentiroso compulsivo, quando da sua campanha para as legislativas, empregos esses que ninguém conseguiu em lado nenhum.
Portugal já é um penico sem fundo, onde quem fica sempre borrado são aqueles que trabalham no duro e pagam impostos.
Por isso, meus Caros, ponham-se a jeito e preparem-se para serem sugados até ao osso, porque esta história da crise, só se reflecte em quem vive exclusivamente daquilo que ganha com o seu trabalho.
É linda, chama-se "Shakira", foi um presente de alguém de quem gosto muito, e veio aumentar a minha Arca de Noé.
Dizem os mais pessimistas, que qualquer dia tenho um crocodilo na banheira.
Por acaso, também gosto de crocodilos. É um bicho que me fascina.
Pedro Passos Coelho agora também já aprendeu a fazer "fosquinhas".
Compreende-se o seu dilema da aprovação ou rejeição do Orçamento, à luz daquela velha máxima de que se a demissão de Sócrates e do seu governo, por um lado é a solução, por outro será também o problema.
É que se ainda não se disse que isto já bateu no fundo, é porque com Sócrates e "sus muchachos", haverá, sempre, mais uns degraus para descer.
Até há muito pouco tempo, Portugal era um mar de rosas, na boca do maior mentiroso compulsivo de que há memória no nosso País.
Dizia ele que o País estava a crescer, o PIB a aumentar, o desemprego a diminuir e que não havia razões para alarme, pois tudo ia de vento em pôpa, graças ao esforço dispendido por si próprio e pelo seu Governo, em fazer o País crescer, através do combate ao défice e de políticas de contenção de despesas e de fomento ao investimento.
Está-se mesmo a ver a contenção e o investimento.
Acusou o líder do maior partido da oposição, de querer acabar com o Estado Social, se a sua (dele) proposta de revisão Constitucional passasse na Assembleia da República.
Tentou fazer passar a mensagem de que, se o PSD fosse poder, Portugal cairia nos quintos dos infernos, com tanta desgraça que viria por aí.
E agora, Senhor Primeiro-Mentiroso?
Que solução vai desencantar agora, para limpar esta fossa gigantesca em que transformou Portugal, com a sua política de merda?
Mas está-se cagando para isso, não é?
Deve dizer para os seus botões que não tem nada a ver com isso, pois os idosos e os carenciados que estão neste momento na miséria e a passar fome, não são da sua família, não é verdade?
Lá para Maio/Junho de 2011 já deve estar em Bruxelas, ou num desses Bancos a quem tem oferecido o dinheiro dos contribuintes, todo consolado da vida, a receber um salário chorudo e a rir-se de nós.
Enquanto isso, nós, portugueses, vamos ficar por cá a pagar caro a factura e a limpar a poia fedorenta com que nos presenteou, durante o seu "reinado".
Faça um favor aos Portugueses que já estão fartos de ser espoliados e enganados por si.
Faça algo que nos encha de felicidade.
Demita-se!
Por falar em caceteiros, ontem jantei no Barreiro, com um grupo de amigos de longa data.
Barulhentos, divertidos, muito amigos do seu amigo.
Prosa muito agradável, companhia fabulosa e cusquice que chega.
À sobremesa, alguém me perguntou: "Tens visto os idiotas"?
"Quem são os idiotas?", perguntei eu.
A resposta não se fez esperar: "Tão amigos que eles eram, tantas declarações de apoio, tantas beijokas na campanha das autárquicas, tantas rosas e agora nem se podem ver. Já foste àquele blogue de que te falei? Então vai, que é para leres como estes socialistas se adoram uns aos outros. Parecem cobras cuspideiras".
Fiquei na mesma.
É coisa que não me interessa.
Mas acho divertida a forma viperina como eles se têm "mimado" uns aos outros, em público e em privado.
E é curioso que se tratam todos por "camaradas".
Um "must".
Por isso, o País está como está.
Essa coisa de terem inventado a prova de meios de subsistência, através da internet, a fim de não serem cortadas as prestações sociais a quem delas necessita, não passou de um estratagema para "engordar" aquelas agências de contribuintes, que levam entre 10 a 15 euros para preencher impressos de IRS, cartas de condução, fazer requerimentos, etc., etc., etc..
Achei desumano que este governo tenha feito essa imposição, porque há pessoas idosas e deficientes que nem sequer sabem o que é um computador, nem tão pouco podem dispôr de dinheiro para esse efeito. O que recebem de reforma, mal lhes chega para comer, quanto mais para pagar a alguém que lhes introduza os dados no site da Segurança Social.
Eu e um grupo de amigos, resolvemos alterar esse estado de coisas aqui no nosso burgo. E, vai daí, com a colaboração de toda a gente que conseguimos juntar, proprietária de computadores, com acesso à internet, fizemos essa inserção de dados a quem dela precisou, sem cobrar nada por isso. Tudo à borlix, para desespero de quem tem ganho muito dinheiro à custa desses pobres coitados, que mal têm para comer.
O resultado dessa nossa "campanha" foi que comecei a receber ameaças telefónicas de porrada, se continuasse, juntamente com os meus amigos, a ajudar aquela gente.
Mas como não tenho medo de ameaças, quero deixar aqui bem explícito que jamais me deixarei intimidar pelo que quer que seja, ou por quem quer que seja.
O nosso País está dominado por mafiosos e corruptos, por gente sem escrúpulos.
Mas sempre que houver alguém a quem eu possa ajudar, eu vou lá estar, sem cobrar um cêntimo que seja.
Mesmo que seja ameaçada de porrada.
Dirigindo-me à simpática Hilda e a outras pessoas que me têm contactado por e-mail, incentivando-me a retomar a minha actividade bloguística, venho agradecer as Vossas palavras, muito especialmente à "Guerreira" (ela sabe a quem me refiro).
Tenho uma vida pessoal e profissional muito ocupada e quando me propus desistir dos blogues, não tinha a percepção, modéstia à parte, de que a maior parte das pessoas gostava de me ler.
É gratificante constatar que tenho muitos amigos virtuais e outros que conheço pessoalmente há muitos anos e que, todos os dias, dezenas deles me incentivam a retomar esta actividade.
Tento, na medida do possível, fazê-lo. Mas o tempo é escasso e as tarefas muitas, de modo que me sinto dividida entre aquilo que quero fazer e o que não faço.
Vou tentar aparecer por aqui mais amiúde (passe o pleonasmo).
Uma beijoka para todos aqueles que considero meus amigos.
Ultimamente tenho-me lembrado imenso do Negage.
Foi no Negage que fui surpreendida pelo maior bife que já comi em toda a minha vida.
Angolana de Benguela, residente no Uíge, naquele dia fiz as delícias do dono de um restaurante e de alguns clientes, a maior parte militares, que viram na jovenzinha que eu era, na altura, uma oportunidade de dar azo ao seu sentido de humor e ao seu espírito marialva.
Ao sentar-me e perguntar o que seria o almoço, o dono do restaurante respondeu-me que só havia bife. Ora eu que gosto de bifes, encomendei um bife com batatas fritas. O Senhor olhou-me com ar de gozo e perguntou-me se eu era mesmo capaz de comer um bife inteiro.
Entendi que a pergunta teria um quê de brejeirice, mas como era e sou moçoila afoita, não me "descosi" e disse que sim, que era capaz de comer um bife inteiro. Por que não?
O que eu não sabia era que aquele bife do Negage era famoso em Angola inteira.
Aquilo não era um bife. Era quase um boi inteiro.
Mas eu não me desmanchei. Fiz de conta que não fui surpreendida e comi o bife todo, para admiração de todos os presentes, que achavam que eu iria enjeitar o desafio.
Tenho saudades do Negage.
Recordo com saudade o João Ferreira, figura incontornável da zona. Era um português degredado, que construiu um Império a pulso.
Andava sempre mal vestido, quase andrajoso e conta-se que um dia não o deixaram entrar num hotel em Luanda, por esse motivo. O "Ferreira do Negage", como era conhecido, foi saber a quem pertencia o Hotel, comprou-o e despediu o gerente e o recepcionista que o escorraçaram.
De outra vez, foi pedir um empréstimo ao BCA e o gerente, que não o conhecia, mandou chamar a polícia para o pôr fora do Banco. Ele identificou-se, o gerente ficou estarrecido e ele levantou o dinheiro todo que tinha naquele banco e fundou, ele próprio, o BCCI.
Apesar de rico, era uma pessoa muito afável e simples.
Hoje doi-me saber que aquilo que ele criou em Angola, foi completamente destruído.
Onde outrora havia fartura, campos cultivados e produtivos, hoje há fome, miséria, doença.
"Eles comem tudo e não deixam nada".
Ninguém no Mundo tem a noção daquilo que foi o 27 de Maio de 1977, em Angola.
A "purga" angolana, lamentavelmente, não figura nas denúncias dos crimes contra a Humanidade.
Não existe nenhum relatório de nenhum organismo internacional, defensor dos Direitos Humanos, que refira aquilo que foi a actividade perversa e tenebrosa do regime político de Agostinho Neto e seus seguidores.
Não há certidões de óbito e os familiares desconhecem o paradeiro dos restos mortais dos seus entes queridos.
O acesso aos documentos oficiais nem sequer é autorizado e, ao que tudo indica, jamais irá ser feita JUSTIÇA.
Tudo isto, como é evidente, gera impunidade e dá aos criminosos a certeza de terem saído vitoriosos.