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O discurso de Natal de José Sócrates, fez-me recordar o Ministro da Informação do Saddam Hussein.
Também Al-Sahhaf, o cómico, afiançava aos iraquianos e ao mundo, que o Iraque estava a ganhar aos americanos, mesmo depois de saber que estes já se encontravam na praça principal de Bagdad, e que várias televisões internacionais já os tinham filmado, pela cidade inteira, a derrubar todas as estátuas do ditador.
Sócrates, com o seu ar de papalvo angelical, também está convencido que vai continuar a "coisar" o povo português, por muito mais tempo.
O seu discurso foi patético, próprio de um vendedor de automóveis, como dizia o outro.
Continua a mentir descaradamente, com aquela lábia de quem está agarradinho ao poder e não quer de lá saír. Aliás o homem frisou bem que não se demitiria e que não é pessoa para enjeitar dificuldades.
Acho muito bem. Só que não o ouvi, em parte nenhuma do discurso, a referir-se à responsabilidade que ele e o seu governo tiveram no estado caótico em que caíram as finanças públicas.
Escusa-se com a crise, a culpa é da crise, quando todos sabemos que foi o regabofe total e a ausência de programas e de estratégias, que levaram Portugal ao poço fundo em que se encontra.
Não contente com o facto de nos ter "coisado", todos estes anos, veio agora, descaradamente, para a televisão, com falinhas mansas, oferecer-nos "alfinetes de peito", como prenda de Natal.
O Blog Angolana solidariza-se e felicita a libertação, no passado dia 22 de Dezembro, do economista Belchior Lanso Tati, do Padre Raul Tati, do advogado Francisco Luemba e de Benjamim Fuca, todos condenados a penas elevadas, na prisão do Yabi, em Cabinda, à luz da lei nº 23/2010 de 3 de Dezembro (Lei de crimes contra a Segurança do Estado), por defenderem os Direitos Humanos do martirizado Povo de Cabinda.
Sei que o Padre Tati se encontra muito debilitado fisicamente e desejo-lhe do fundo do coração, um rápido restabelecimento, para continuar a sua justa luta em prol da liberdade do território e do Povo de Cabinda.
Para todos os meus "Kamba" naquele País, desejo que as suas justas aspirações se tornem realidade, à semelhança de Timor Lorosae.
Um apertado abraço e, especialmente para o meu colega Luemba, digo: "Malembe, malembe!".
Estarei sempre convosco.
Do fundo do coração.
Uma mulher, apaixonada, envia uma mensagem de texto, com muito amor, ao seu amado Alentejano, dizendo:
- " Meu amor, se estás a dormir, envia-me os teus sonhos!
Se estás a rir, envia-me o teu sorriso!
Se estás a chorar, envia-me as tuas lágrimas!
Amo-te muito!".
Ao que o homem responde:
- "Meu amor.... Eu estou cagando. Queres que te envie alguma coisa?".
A repórter brasileira, Glória Maria, da TV Globo, quando esteve no Afeganistão, há cerca de 10 anos, constatou que todas as mulheres caminhavam sempre cerca de meio metro atrás dos seus maridos.
Ao lá voltar, há poucos meses, observou que elas tinham passado a caminhar pelo menos 5 metros à frente deles.
Interessadíssima nesta mudança de comportamento, a jornalista imaginou que tal reviravolta deveria significar uma grande conquista feminina.
Aproximou-se de uma das mulheres e disse, deslumbrada:
- "Mas que interessante, minha amiga! Que maravilha!
O que é que aconteceu aqui, que fez com que se extinguisse aquele costume absurdo de a mulher caminhar sempre atrás do marido? Por que motivo vocês, mulheres afegãs, caminham agora gloriosamente à frente deles?"
E a mulher afegã respondeu-lhe:
- "Minas terrestres!..."
Não há dúvida que no Afeganistão é só love.
Eu ainda sou do tempo em que, na altura do Natal, se tirava um dia, para andar de papelaria em papelaria, a escolher os mais bonitos postais de Natal, para colocar nos presentes ou enviar aos familiares e amigos distantes.
Daqueles postais com motivos coloridos, alusivos à quadra, cheios de purpurinas brilhantes, que faziam as delícias de quem os oferecia e de quem os recebia.
Há dias, nas minhas arrumações, encontrei uns quantos, dessa época, que guardei, porque eram de pessoas que eu estimava. Num deles, ainda era visível o carimbo de Macedo de Cavaleiros, datado de 19 de Dezembro de 1970. Há uma eternidade!
Era de uma pessoa que actualmente já não faz parte daquele grupo de gente que levarei sempre no meu coração, para onde quer que vá.
Vem isto a propósito de o hábito da escrita se ter perdido e ter sido substituido pelo e-mail e pelo sms.
Este ano, o Pai Natal não andou de chaminé em chaminé, mas pelos vistos andou de telemóvel em telemóvel.
Não vou poder responder a todos os e-mails nem a todas as mensagens que recebi, porque são muitos. Cerca de 320 sms e 290 e-mails, só na noite de Natal. Outras tantas recebi-as hoje. Respondi a algumas pessoas, aquelas com quem privo mais no meu dia a dia e que me mandaram mensagens cujo teor, para mim, faz todo o sentido.
Muitas das mensagens eram daquelas "pré-fabricadas" que circulam como aquelas correntes que se formam na net e que, dizem eles, não podem ser quebradas, sob pena de as maiores desgraças poderem vir a acontecer a quem se atrever a mandá-las para o "lixo". Uma delas até dizia que tinha sido comprada nos chineses, para ficar mais barato. Disparates de quem não tem a mínima noção daquilo que o Natal deveria significar para todos.
Uma das mensagens que recebi, tocou-me profundamente. Dizia: "Gostava muito de ser um Anjo para te guardar, uma luz para te iluminar, uma estrela para te guiar e um sino para tocares quando precisares de mim. Um Grande Natal e um Excelente Ano Novo!". A pessoa que ma enviou, fê-lo de um número privado, e assinou com as iniciais JJSF.
Como não lhe posso responder e não me recordo de quem poderá ser, deixo-lhe aqui o meu agradecimento e os meus melhores votos.
Que o ano de 2011 traga alimentos, saúde, habitação e trabalho para todos e que não seja tão mau quanto as previsões têm anunciado.
Não me canso de dizer que a vida é feita de momentos.
Momentos fugazes que vivemos melhor ou pior, consoante a nossa disposição para o fazer.
Este Natal já lá vai. Dentro de dias voltará outra vez a azáfama, a confusão, para a passagem para um Novo Ano que todos dizem irá ser o pior de todos.
Há quem diga que o Mundo acabará no próximo dia 24 de Dezembro de 2011.
Eu não me importo que o Mundo acabe ou deixe de acabar.
O que me importa é não ter dito tudo aquilo que gostaria de dizer a algumas pessoas que sofrem da doença do século, o chamado umbiguismo agudo.
Agora, a esta hora, no rescaldo da Festa, no meu canto sossegada, a tomar o meu chocolate quente e a comer a minha fatia de pão de ló de Ovar, é que eu penso que a vida é mesmo feita de momentos.
Felizes e infelizes.
Momentos que não se repetirão jamais.
Todos os finais de ano, tenho por hábito proceder a arrumações e à actualização de todos os meus seguros.
Para esse efeito, passo algumas noites a fazer o inventário dos meus pertences porque, de ano para ano, uma pessoa junta cada vez mais "tralha". E logo eu que tenho a mania dos objectos em prata e dos móveis antigos.
Outro tanto se passa com os objectos em ouro. Durante os últimos anos fui recebendo pequenas lembranças de amigos e de familiares que têm por hábito oferecer-me objectos com corações, que vou encafuando num pequeno guarda-joias, até me lembrar deles.
Hoje lembrei-me. Despejei o conteúdo e fiquei surpreendida. Tantos corações...
Todos eles com a sua história, com a "marca" especial de todas as pessoas que mos ofertaram.
Lembrei-me de um coração de cristal, o único que devolvi, por não significar nada de especial para a pessoa que mo deu. A pessoa que mo ofereceu, fê-lo porque se sentiu compelida a tal, em virtude de as circunstâncias do momento.
O meu pai sempre me disse que uma menina de bem, nunca deveria aceitar de presente, joias de desconhecidos.
Eu sigo à risca o conselho do meu pai.
Há uns anos devolvi o tal coração de cristal, que para mim era como se fosse um diamante dos mais puros.
Porque veio de um desconhecido.
E porque com o coração não se brinca.
Recebi nos últimos dias, por e-mail, um vídeo que andou no Youtube, mas que já foi retirado por violar as condições de utilização.
Nesse vídeo, filmado em Luanda, no mês de Novembro, pode ver-se um jovem negro que aparentava entre 14 a 17 anos, e que foi considerado presumível ladrão pelos seus algozes que, depois de o sovarem, regaram-no com um balde de gasolina e pegaram-lhe fogo, fazendo dele uma tocha humana.
As imagens são de uma violência indescritível e surgiram na net, com a desculpa de ser o modo mais eficaz de se descobrir os assassinos.
Ora pelo local que se consegue ver, parece-nos algures entre o Largo do Ambiente e a actual Rua Rainha Ginga, num estaleiro de uma obra de uma construtora portuguesa, muito conhecida mundialmente.
Quando se ouve uma voz a alertar para as possíveis consequências do acto daqueles criminosos, um deles refere que é polícia.
O rapaz corre completamente em chamas, perseguido por vários homens vestidos de coletes reflectores, sendo que um deles transporta na mão o balde de gasolina com que regou o infeliz. Estão todos mais que identificados.
Recuso-me a admitir que isto se tenha passado em Angola.
Recuso-me a admitir que o país onde nasci, esteja a ser governado por criminosos.
"Quo Vadis Angola"?
Apesar de ter nascido Benfiquista e torcer também pela Briosa, desde os tempos de Faculdade, não quero deixar de prestar a minha homenagem ao Dr. Pôncio Monteiro, portista dos sete costados, que sempre foi um Bom Dragão e um SENHOR.
As noites de segunda-feira ficarão mais pobres, sem a sua intervenção como comentador desportivo.
Era o único programa de televisão que eu fazia os possíveis por ver.
Que descanse em Paz!
Com grande pena minha, nesta passagem de ano, não me vai ser possível mergulhar com o pessoal do costume, por motivos de saúde.
Mas vou poder assistir e depois vou para a minha caminha quentinha, porque nem sequer posso cantar este ano. Continuo afónica.
Dona Zézinha e Senhor Rocha, podem preparar a caldeirada, para o dia 1 de Janeiro, que eu já vou a caminho.
Beijokas.
Hoje juntei o útil ao agradável.
Não costumo encontrar-me com os amigos durante a semana, por falta de tempo. Mas como tirei umas curtas férias de Natal e tinha de fazer a tal TAC que ando para fazer, há uns tempos, aproveitei a companhia de uma amiga que me desafiou, para ir às compras com ela, numa grande superfície comercial do Porto.
Por norma, compro tudo no comércio tradicional e ando pouco pelos centros comerciais. Como a TAC estava marcada num conhecido Hospital privado, instalado no Shopping onde a minha amiga tencionava comprar os seus presentes de Natal, aproveitei a deixa, até porque o médico tinha pedido um exame com "contraste" e recomendado que fosse acompanhada por outra pessoa, para prevenir prováveis imprevistos em termos de possível "badagaio", devido à minha condição de saúde que, ultimamente, não tem andado lá grande coisa. E como o meu médico é um autêntico "pitt-bull", eu pensei: deixa-me aproveitar a "boleia", porque "uma mão lava a outra", só para não o ter "à perna". O homem quer controlar-me tudo e mais alguma coisa, qual marido desconfiado. Mas, no fundo, ele é boa pessoa e rimo-nos muito quando lhe digo algumas verdades que ele classifica de "barbaridades" que não está habituado a ouvir, como quando chamo "abananço" a toda a função clínica, extra Serviço Nacional de Saúde.
Mas adiante...
Depois do tal exame, acompanhei a minha amiga. O Shopping estava a abarrotar de gente, com filas à porta das lojas mais caras. Fiquei surpreendida, porque estamos em crise e a prudência aconselha a que ninguém se meta em "funduras". Verifiquei que continua a utilização indiscriminada de cartões de crédito.
Será que aquela gente não tem miolos?
Estamos quase no Natal.
Não é segredo para ninguém que detesto o Natal.
Não pela Festa em si, mas por tudo aquilo que o Natal traz.
Ele realça a pobreza, os sentimentos mesquinhos das pessoas, o consumismo desenfreado, toda aquela panóplia de "santidade" a metro e espécie de terrorismo urbano, traduzido na indiferença pelo "outro", que eu não consigo suportar.
As Festas de Natal das empresas, a hipocrisia das "Comissões de Humanização", agora tão em voga e criadas pelos Recursos Humanos dos vários serviços e organizações, que acham que é só no Natal que devem tratar bem os trabalhadores, que terão direito a uma ceia fatela, quinze dias antes e paga pelo próprio, e à presença dos "Senhores Directores" que os incentivarão a comer e a calar, senão vão todos para o "olho da rua".
Nós, Portugueses, não eramos assim. Qualquer coisa acabou com a nossa identidade e com a nossa capacidade de amar o próximo como a nós próprios.
Mas, reflectindo bem, se não nos amamos a nós mesmos, como poderemos amar os outros?
Este ano, caguei e não integrei a tal Comissão de Humanização, porque nunca tive jeito para ser palhaça.
Respeito demais o meu próximo, para o sujeitar a tais vexames.
Não vou desejar a ninguém Feliz Natal nem Bom Ano Novo, porque isso seria uma tremenda sacanice da minha parte, atendendo a que há pessoas com muita fome no nosso país, que não vão ter sequer um prato de sopa para comer.
Para muitos, este Natal será um sonho mau, um autêntico pesadelo.
Feliz Natal?
Para quem?
Só se for para as aves rapinantes do costume.
Um coelhinho felpudo estava a fazer as suas necessidades matinais quando olha para o lado, e vê um enorme urso a fazer exactamente o mesmo.
O urso vira-se para ele e diz: - Hei, coelhinho, perdes pêlo?
O coelhinho, vaidoso e indignado, respondeu:
- De forma nenhuma, descendo de uma linhagem muito boa.
Então o urso pegou no coelhinho e limpou o traseiro com ele.
MORAL DA HISTÓRIA:
CUIDADO COM AS RESPOSTAS PRECIPITADAS, PENSA BEM NAS POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS, ANTES DE RESPONDER!
No dia seguinte, o leão, ao passar pelo urso diz:
- Olá amigo urso! Com toda essa pinta de bravo, forte e machão, vi-te ontem, a dar o traseiro a um coelhinho felpudo.
Já contei a toda a malta!!!
MORAL DA MORAL:
PODES ATÉ GOZAR ALGUÉM, MAS LEMBRA-TE QUE EXISTE SEMPRE ALGUÉM MAIS FILHO DA PUTA DO QUE TU!
"O problema de Portugal é que, quem elege os governantes não é o pessoal que lê os jornais, mas quem limpa o cu com eles!"
Meus caros! Digo-vos isto com tristeza... Este ano não há Presépio!
A vaca está louca e não se segura nas patas.
Os Reis Magos não vêm porque os camelos estão no governo.
José e Maria foram meter os papéis para o rendimento mínimo e a ASAE fechou o estábulo por falta de condições.
O Tribunal de Menores ordenou a entrega do Menino ao seu pai biológico.
Diz a Avó para a Neta:
- Com a tua idade, já eu trabalhava.
Responde-lhe a Neta:
- Com a tua idade, vou estar a trabalhar.