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Sócrates, o aldrabão, caíu e nunca mais se levantará.
Fugindo da Assembleia da República, em dia de chumbo do seu Governo, Sócrates mostrou a sua verdadeira faceta de politico rasca: tem mau perder e não tem qualquer respeito pela Democracia.
Um politico assim, com tiques de ditador, não interessa ao País e irremediavelmente teria que ser afastado.
Que vá para o PS, bolsar a sua arrogância e as suas mentiras do costume, e ameaçar quem não disser "Ámen" com ele.
Quer ser reeleito Secretário-Geral do PS, à força, e pretende recandidatar-se a primeiro ministro de Portugal, como se os portugueses fossem doentes mentais e estivessem dispostos a ir na "corrida".
O maior sonho de Sócrates é, agora, o de implodir Portugal e de acabar com os portugueses.
Porque todos os cobardes são vingativos.
Tenho a sorte de poder viver no campo, mesmo às portas da cidade.
Chegou a Primavera, a Estação que me viu nascer. Os arbustos estão todos floridos e há um cheiro perfumado no ar, que me traz lembranças do passado e me faz recordar alguns locais da minha infância.
Da janela do meu quarto, ao entardecer, vejo coelhos e patos bravos, melros, ratos do campo, ouriços, rolas e outros bichos que me fazem sentir bem e me dão alento e inspiração para prosseguir os meus objectivos.
Neste tempo de crise, todos nós precisamos de alento e inspiração.
Por esse motivo, desejo, a todos, dias melhores e uma Primavera muito feliz!
O homem é um grande mentiroso e a mentira é um pecado mortal.
O defeito já vem de longe, muito antes da sua primeira campanha eleitoral para as legislativas, quando prometeu mundos e fundos e depois fez tudo ao contrário, pondo em risco a sobrevivência nacional.
A última foi o PEC número quatro.
Qualquer dia destes vai querer convencer Portugal e Bruxelas, de que é o Pai Natal.
Este é um caso patológico, digno de estudo.
José Sócrates, o mentiroso compulsivo, desvaloriza e desconsidera que Portugal tenha vivido, há dias, um chamado sobressalto cívico, único na nossa história recente,não apenas de uma geração à rasca, mas de um País totalmente à rasca.
Desempregados, empregados, jovens, menos jovens, todos aqueles que passam recibos verdes, e os que estão “efectivos” mas que são explorados e mal pagos, todos eles sairam à rua e fizeram ouvir a sua voz.
Esta classe política e este Governo ainda em funções, não deviam cair na tentação de desconsiderar as manifestações e mobilizações que ocorreram por todo o País,só porque essas manifestações foram convocadas através do Facebook, tendo por base uma música dos Deolinda. Seriam uns grandessíssimos parvalhões se o fizessem, porque se há alguma ilação a tirar dessa movimentação de rua, aqui e ali salpicada pelas músicas e adereços do 25 de Abril, é a de que alguma coisa está a mudar na sociedade portuguesa, para pior.
Como no 25 de Abril de 1974, quando tudo começou com uma música tocada na rádio, durante a madrugada, também a “deolindização” desta nova geração, é mobilizadora e contagiou as outras gerações, mais velhas, que vieram também para a rua reclamar em nome de tudo aquilo que não souberam fazer ou aproveitar, quando lhes foi dada a oportunidade, no pós 25 de Abril.
Jovens e menos jovens estão agora todos à rasca e solidários.
A nova geração que está agora a chegar ao meio laboral, com diplomas que o mercado de trabalho não quer, ou que não tem capacidade para absorver, vive um ambiente de frustração e de indignação compreensível, porque a anterior geração de portugueses “revolucionários”, se perdeu em chavões e em ideais e não teve o discernimento suficiente para saber fazer cumprir todas as promessas que fez às gerações vindouras, de um país livre e democrático, com paz, pão, saúde e habitação para todos.
Mas a verdade, como se percebe por todas estas manifestações, é que não só essa geração se enganou a si própria como também contribuiu para o aparecimento de uma nova geração desiludida, pouco produtiva e mal paga.
O manifesto “Parva que sou”, dos Deolinda, de forma implícita ou explícita, quer garantir para os jovens que estão a entrar ou entraram no mercado de trabalho, os mesmos direitos - e poucos deveres - das gerações anteriores.
Portugal precisa de excelência e de um outro modelo que contemple o mérito e a necessidade de terem, todos, acesso às mesmas oportunidades. Tem sido omitido que foi este mérito e a oportunidade de acesso, que fizeram dos “Deolinda” os bem sucedidos que são hoje.
Eles são um bom exemplo de que vale a pena estudar as oportunidades e o mercado, fazer o que outros não estão a fazer e inovar. Os melhores, os mais competentes, os mais bem formados, triunfarão, mais cedo ou mais tarde.
O País à rasca quer o direito ao emprego, quer acabar com a precariedade, quer salários dignos, quer protecção social para os que mais necessitam. São princípios fundamentais que todos devemos defender.
Mas, para que isso seja uma realidade, é preciso que as regras sejam mudadas e que se acabe de uma vez por todas com aquilo que resultou do 25 de Abril de 1974 e que foi uma espécie de contrato social que hoje não nos serve, que forma profissionais que o mercado não quer, que protege os interesses instalados, que impede a mobilidade e a flexibilidade, que trava a criação de riqueza, que premeia o laxismo e o amiguismo e que não incentiva o espírito criativo, o empreendedorismo e a inovação.
De uma coisa teremos a certeza: todos poderemos fazer manifestações e mais manifestações, mas o emprego e o salário só poderão resultar se houver riqueza.
Por isso, não sejam parvos. Há que ser criativo e produzir.
O nome, só por si, não quer dizer nada.
Ser Pai não basta. É preciso ser um Bom Pai.
Um Pai verdadeiro, presente, carinhoso, atento, cooperante, responsável, digno, que não utilize os filhos como armas de arremesso, nem atente contra a sua personalidade jurídica.
Para todos os BONS PAIS, desejo uma vida próspera e feliz, na companhia de todos os seu rebentos, sem discriminações. Os concebidos dentro e fora do matrimónio. Os bons e os maus filhos. Os feios e os bonitos. Os burros, os espertos e os inteligentes. Os deficientes e os escorreitos. Os gordos e os magros.
Para ser um Bom Pai, não necessita ser rico. Bastará dar um pouco do melhor de si mesmo, a cada um deles.
A CIA resolveu recrutar um atirador. Após uma série de selecções, entrevistas e testes, escolheram três candidatos: um Francês, um Inglês e um Português.
Para a prova final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola:
- Queremos ter a certeza de que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias.
Dizem então ao Francês:
- Detrás desta porta você vai encontrar a sua mulher sentada numa cadeira.
Terá que a matar!
- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!!!
- Então você não serve, responde o agente.
Ao Inglês deram as mesmas instruções, ele pegou na arma e entrou na sala.
Durante 5 minutos, tudo muito calmo. Depois regressou com as lágrimas nos olhos.
- Tentei mas não posso matar a minha mulher.
- Você também não esta preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá-se embora.
Chegou enfim a vez do Português! Deram-lhe as mesmas instruções, indicando-lhe que teria de matar a sua mulher. Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro... A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir, etc.
Após alguns minutos fica tudo muito calmo... A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:
- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca!!! Tive que a matar com a cadeira.
Hoje venho aqui apenas para dar o ar da minha graça, uma vez que ultrapassei, com este blog, a barreira dos cem mil leitores, em pouco mais de três anos de existência.
Recebi vários mails e pedidos telefónicos, instando-me a escrever qualquer coisa, já que, apesar de tudo, há os que sentem a minha falta e os que estão admirados por estar tanto tempo sem escrever nada.
Infelizmente, está tudo na mesma e tenho verificado que Portugal e o Barreiro, em especial, estão a regredir.
A malta, a cada dia que passa, está cada vez mais insatisfeita e os défices não param de aumentar. É tal o marasmo que, confesso, não tenho andado com pachorra para "ratar na casaca" de ninguém. Desconfio mesmo que ando com um problema de hipossecreção tóxica das glandulas salivares, o que é frustrante. Mais a mais para alguém que, como eu, não é pago para destilar todo o veneno que pode, neste espaço, já que agora tudo se resume a uma questão de "carcanhol" e de orçamento.
Os sintomas começaram quando li num jornal deste país de merda, a notícia de que a malta, se quiser continuar a ter médico de família, terá de actualizar os dados no centro de saúde.
É evidente que eles agora deitam mão de tudo, para distraír o Povão do estado caótico das finanças públicas e põem os orgãos de comunicação social a empaliar o Zé Povinho, dando notícias jornalisticamente comezinhas, por estarmos numa daquelas "silly seasons" que o país atravessa e que já mete nojo.
Noticiar a necessidade de se expurgarem das listas dos médicos de família portugueses, os defuntos, os migrantes, os repetidos, não deve ter sido tarefa fácil, já que da dita medida não resulta nenhum crime de faca e alguidar, que o Povo adora.
Se formos ver, o impacto de alguém ter sido encontrado morto em casa, nove anos após a ocorrência, não é a mesma coisa que detectar e expurgar um defunto há nove anos, da lista de um qualquer médico de família, que se preze. No primeiro caso temos um morto embrulhado num lençol, em cima de uma maca e transportado por bombeiros. Já um morto de uma lista de médico de família não desperta qualquer emoção. Morreu, está morto e pronto!
Isto para dizer que muitos jornalistas não são rigorosos e também não fazem o menor esforço para o serem.
Trataram de construir um texto absurdo, onde era sugerido que uma das medidas do serviço de "limpeza", permitiria a alguém oferecer o seu médico de família a outrém.
De acordo com a errada interpretação feita por alguns jornalistas, dada à estampa, quem por acaso tiver médico de família mas por qualquer razão deixar de precisar ou de querer ser seguido por ele, poderá ceder o seu lugar na lista a um amigo, familiar ou vizinho.
O que quer dizer que, com a crise que atravessamos e atentos à interpretação feita por alguns orgãos de comunicação social, será possível assistirmos, em breve, à venda de lugares nas listas de médicos de família.
Tão degradante quanto isso.
José mostra orgulhosamente o seu novo apartamento a um amigo, após um jantar bem regado.
Quando chegam à sala, o amigo repara numa enorme tampa de panela pendurada numa parede e pergunta:
- O que é aquilo?
José responde:
- É o meu relógio!
- E como funciona? - pergunta o amigo.
José pega num martelo e arregaça uma valente pancada no gongo.
De repente, ouve-se do outro lado da parede:
- BAI PRÓ CARALHO!...., GRANDESSÍSSIMO FILHO DA PUTA ......, SÃO DUAS HORAS DA MANHÃ!!!!!!
- Bês... num falha, carago!
Tinha acabado de chegar ao Alentejo uma excursão de espanhóis. Ao verem um alentejano, o guia comunicou aos passageiros:
- Ahora me voy hablar con ese portugues alentejano... - e foi ter com o alentejano:
- Hola, como te llamas?
- Toino...
- Yo también me llamo Antonio! Cual és tu profesión?
- Sou músico...
- Yo también soy musico... Y que tocas?
- Toco trompete, e tu?
- Yo también toco trompete. Una vez fue a la Fiesta de Nuestra Señora de los Remédios y toqué tan bien, que la Señora bajó del andor y empezó a llorar.
E replicou o alentejano:
- E ê fui uma vez à Festa do Senhor dos Passos e toquei tan bem, tan bem, que o Senhor largou a cruz, agarrou-se a mim e disse-me: "Ah, g'anda Toino, tocaste melhor que o cabrão do espanhol que fez chorar a minha mãezinha".
Conta a lenda que uma jovem mariposa - de corpo frágil e alma sensível - voava ao sabor do vento.
Certa tarde, quando viu uma estrela muito brilhante, apaixonou-se.
Excitadíssima, voltou imediatamente para casa, louca para contar à mãe que havia descoberto o que era o amor.
- Que asneira - foi a resposta fria, que escutou.
- As estrelas não foram feitas para que as mariposas possam voar em torno delas.
Procura um poste ou um candeeiro, e apaixona-te por algo assim. Para isso nós fomos criadas.
Decepcionada, a mariposa resolveu simplesmente ignorar o comentário da mãe, e permitiu-se ficar de novo alegre com a sua descoberta.
- Que maravilha poder sonhar! - pensava.
Na noite seguinte, a estrela continuava no mesmo lugar, e ela decidiu que iria subir até o céu, voar em torno daquela luz radiante, e demonstrar o seu amor.
Foi muito difícil ir além da altura com a qual estava acostumada, mas conseguiu subir alguns metros acima do seu vôo normal. Entendeu que, se cada dia progredisse um bocadinho, iria acabar por chegar à estrela. Então armou-se de paciência e começou a tentar vencer a distância que a separava do seu amor.
Esperava com ansiedade que a noite descesse, e quando via os primeiros raios da estrela, batia ansiosamente as asas em direção ao firmamento. A mãe ficava cada vez mais furiosa:
- Estou muito decepcionada com a minha filha - dizia.- Todas as suas irmãs, primas e sobrinhas já têm lindas queimaduras nas asas, provocadas por lâmpadas! Só o calor de uma lâmpada é capaz de aquecer o coração de uma mariposa. Devias deixar de lado estes sonhos inúteis, e arranjar um amor que possas alcançar.
A jovem mariposa, irritada porque ninguém respeitava o que sentia, resolveu sair de casa. Mas, no fundo - como, aliás, sempre acontece- ficou marcada pelas palavras da mãe, e achou que ela tinha razão.
Por algum tempo, tentou esquecer a estrela e apaixonar-se pela luz dos abajures de casas sumptuosas, pelas luminárias que mostravam as cores de quadros magníficos, pelo fogo das velas que queimavam nas mais belas catedrais do mundo.
Mas o seu coração não conseguia esquecer a estrela, e, depois de ver que a vida sem o seu verdadeiro amor não tinha sentido, resolveu retomar a sua caminhada em direcção ao céu.
Noite após noite, tentava voar o mais alto possível, mas quando a manhã chegava, estava com o corpo gelado e a alma mergulhada em tristeza.
Entretanto, à medida que ia ficando mais velha, passou a prestar atenção a tudo o que via à sua volta. Lá do alto, podia ver as cidades cheias de luzes, onde provavelmente as suas primas, irmãs e sobrinhas já tinham encontrado um amor.
Via as montanhas geladas, os oceanos com ondas gigantescas, as nuvens que mudavam de forma a cada minuto. A mariposa começou a amar cada vez mais a sua estrela, porque era ela quem a empurrava para ver um mundo tão rico e tão lindo.
Muitos anos passaram, e um belo dia ela resolveu voltar à sua casa. Foi então que soube pelos vizinhos que a mãe, irmãs, primas e sobrinhas, e todas as mariposas que havia conhecido, já tinham morrido queimadas nas lâmpadas e nas chamas das velas, destruídas pelo amor que julgavam fácil.
A mariposa, embora jamais tenha conseguido chegar à sua estrela, viveu muitos anos ainda, descobrindo, todas as noites, algo diferente e interessante.
Esta história não é minha, é uma metáfora.
Todos nós temos a nossa “estrela”.
A minha também existe e também eu sou uma mariposa teimosa.
Cheio de pressa, o homem chegou na quinta-feira ao Centro de Saúde de Alvalade e passou à frente de todos os utentes que aguardavam pacientemente, na fila, a sua vez de serem atendidos.
Invadiu o consultório e exigiu à médica, que lhe fosse passado um atestado médico, pois estava com muita pressa, porque tinha de ir apanhar um avião.
Pergunta-se:
Sendo arguido no processo Face Oculta, como poderá viajar para o estrangeiro, sem autorização do Tribunal?
Como é que os serviços administrativos e o segurança permitiram que tal acontecesse?
O homem tinha a consulta marcada, ou vaga de consulta aberta, atribuida?
Foi feita a ficha de contacto e pagos os € 2,25?
Por que motivo um milionário como ele, vai a um Centro de Saúde pedir um atestado médico? Com que intenção?
E por que motivo a médica teve medo e lhe passou o atestado assim "à pato"? Estará com medo dos homens do avental?
Várias perguntas ficarão no ar e caberá a quem de direito respondê-las de uma forma que nos convença a todos e não deixe margem para dúvidas.
Uma coisa não me sai da cabeça. Certamente que aquele atestado médico vai servir para justificar mais uma das suas trafulhices.
O pessoal de Lisboa demonstrou ser muito "soft".
Só tenho pena que o homem não tenha vindo a um dos Centros de Saúde da minha área.
Garanto que ele, em vez de ir apanhar o avião, apanhava o helicóptero do INEM, com destino ao Hospital de S. João.
Dizem que o Cupido, além de ser o deus do amor, também significa desejo de poder, ambição, para além de desejo físico.
"Cupidus" era o termo em latim, empregado para designar quem praticava o "cupido", e significava também devasso, corrupto, libertino, lascivo e luxurioso.
Hoje resolvi matar o Cupido.
Mais logo não vai haver jantar de comemoração para ninguém. Fui eu que vos libertei dessa tremenda seca de fingir que amam alguém, só para terem acesso a uma queca com direito a tudo o que uma boa queca contempla.
Não quero que mais nenhum ser humano passe por aquela situação degradante que observei o ano passado.
Vários casais num restaurante, em jantar de dia de namorados, de velinha acesa e ar enfastiado, a brincar com os telemóveis, desejando que o suplício terminasse o mais rápido possível, enquanto eu e um grupo de amigos, todos descomprometidos, nos divertiamos à brava, só de ver aqueles infelizes todos, a tentar "salvar" o que se via a olho nú, não ter salvação possível.
Matei-o com requintes de malvadez e enfiei-lhe a seta num certo sítio.
Não fosse ele apanhar-me de costas e acertar-me com a merda da flecha, fazendo-me ficar apaixonada por um labrego qualquer e, no próximo ano, estar eu também naquele restaurante a fazer companhia a todos aqueles pares infelizes, que fingem amar-se acima de tudo, sem um gesto de carinho, sem cumplicidade, com os cotovelos em cima da mesa e o queixo na mão, com ar enfadado, calada e solitária, a fingir que sou uma mulher feliz.
Dia dos Namorados?
Eu diria, antes, "Dia dos Encalhados".
Ando furibunda com a publicidade que ultimamente tenho recebido de agências de viagens, a convidar-me a uma "escapadinha" no dia dos namorados, publicidade essa que me tem entupido a caixa do correio.
Enviam-me prospectos de hoteis, resorts e spa's, onde se vêem camas enormes, em cenários apelativos, convidativos, dizem eles, a "estreitar a relação".
Só que eles não sabem que quanto mais conheço o bicho homem, mais gosto do meu gato.
São muito semelhantes. Ambos peludos e capazes de passar um dia inteiro a dormir e sem fazer nenhum. Quando nos saturam, podemos pegar neles e pô-los lá fora, na rua, ao luar.
Considero que os homens são preguiçosos, traiçoeiros e mentirosos, é verdade.
Mas não há outros.