quinta-feira, 28 de abril de 2011

DÚVIDA METÓDICA


Perante as últimas notícias sobre a caótica situação política e financeira de Portugal, originada por Sócrates e o seu gang, e ouvindo a opinião de muitos colegas estrangeiros, sobretudo nórdicos, sobre o que está a acontecer actualmente ao nosso país, o meu espírito foi tomado de assalto por uma dúvida metódica, que me leva a meditar:

Será este Portugal socrático, um país de merda, ou uma merda de país?

quarta-feira, 27 de abril de 2011

COISAS DA VIDA


Uma senhora de meia-idade teve um ataque cardíaco e foi parar ao hospital.

Na mesa de operações, quase às portas da morte, vê Deus e pergunta-Lhe:

- Já chegou a minha hora?

Deus responde:

- Ainda não. Tens mais 43 anos, 2 meses e 8 dias de vida.

Depois de recuperar, a senhora decide ficar no Hospital e fazer uma lipoaspiração, algumas cirurgias plásticas, um facelift, uma septoplastia.

Como tinha ainda alguns anos de vida, achou que poderia ficar mais bonita e gozar o resto dos seus dias.

Quando saiu do Hospital, ao atravessar a rua, foi atropelada mortalmente por uma ambulância.

A senhora, furiosa, ao encontrar-se com Deus, pergunta-Lhe:

- Com que então eu tinha mais 40 anos de vida! Por que é que não me desviaste do caminho da ambulância?

Deus responde:

- Porra! Mas eras mesmo tu? Nem sequer te reconheci!!!!

terça-feira, 26 de abril de 2011

O LOCAL


Desde o vinho do Porto em garrafão, produzido por um lavrador Alto Duriense, ao vinho Alvarinho, passando pela deliciosa posta mirandesa, comparável à do "Ti João" do Restaurante Saldanha, em Peredo, e acabando nos doces conventuais, tudo estava um "must".

Os amigos, esses, não faltaram à chamada.

Apenas uma ausência fez com que a festa não tivesse o "brilho" que deveria ter.

Não faltarão, porém, outras oportunidades.

Porque os verdadeiros amigos são eternos.

O BOLO


Côr de rosa, pois claro!

Como eu gosto.

DE VOLTA!


Após uma curta pausa nas actividades blogueiras, por motivos mais pessoais do que profissionais, eis-me de regresso ao país real.

Vou tentar vir aqui amiúde, o que antevejo tarefa um pouco difícil de cumprir, uma vez que vivemos um tempo de crise e há que ter imaginação para superá-la, trabalhando e produzindo, o que alguns já deixaram de fazer, há muito tempo, por se terem convencido que nasceram com o cú virado para a lua e que as coisas lhes caem do céu aos trambolhões.

A esses deixo um conselho: deixem a politiquice, trabalhem, apliquem-se, produzam, sejam criativos e não chorem sobre aquilo que perderam por estupidez, preguiça ou laxismo.

O futuro está nas mãos de cada um de nós.

segunda-feira, 28 de março de 2011

AGORA É QUE É


Tinha dito que ia dar férias ao Blog, mas afinal vou dá-las a mim mesmo.

Prometo que não vou demorar muito, até porque o meu "Bizinho" não me deixa afastar por muito tempo porque, diz ele, depois não tem com quem treinar o seu inglês, ao estilo de Rebecca Blood.

Tenho uns afazeres inadiáveis, que me vão manter afastada da blogosfera, durante uns tempitos, poucos.

Tudo em nome do progresso e da realização pessoal e intelectual.

Sabem os meus telefones e os meus mails. Podem contactar-me, se quiserem.

Stay Well, and be happy!

I'll be back soon.

Bye!

domingo, 27 de março de 2011

PARA MEDITAR


Clicar na imagem, para ler.

SÓCRATES REELEITO SECRETÁRIO-GERAL DO PS


Apesar de ter obtido menos 3%, comparando com as três eleições anteriores, Sócrates foi eleito novamente Secretário-Geral do seu Partido, com 93% dos votos.

Deviam beatificar este tipo.

A partir de agora, devia passar a ser conhecido por São José Sócrates, o padroeiro das lavagens cerebrais, da propaganda, da mentira, da vitimização, e claro, da bancarrota e da desgraça de Portugal.

DE ONDE VIRÃO OS BÉBÉS RUIVOS?


Depois de o bebé nascer, o pai, aflito, foi falar com o obstetra.

"Senhor doutor, estou muito preocupado porque a minha filha nasceu com cabelos ruivos. Não pode ser minha!"

"Que disparate!", disse o médico. "Mesmo que tu e a tua mulher, tenham ambos cabelo preto, podem ter cabelos ruivos nos genes da vossa família."

"Não é possível!", insistiu o pai. "Ambas as nossas famílias têm tido cabelos pretos, há muitas gerações."

"Bem", disse o médico, "tenho de perguntar... Com que frequência tu e a tua mulher praticam sexo?"

O homem, envergonhado, respondeu: "Este ano tenho andado cansado, de trabalhar muito. Só fizemos amor uma ou duas vezes nos últimos meses."

"Então aí está!", disse o médico, confiante. "É da ferrugem!"

ORAÇÃO DA MANHÃ


Senhor, Deus do Universo!

Dai-me sabedoria para suportar algumas pessoas, porque se me dais força, parto-lhes o focinho.

A ESPERANÇA É A ÚLTIMA A MORRER


Tenho esperança de que chegará o dia em que todos voltaremos a ser felizes, quando:


OS SÓCRATES FOREM APENAS FILÓSOFOS

OS ALEGRES, APENAS CRIANÇAS

OS CAVACOS, APENAS INSTRUMENTOS MUSICAIS

OS SOARES, APENAS GASES

OS PASSOS, APENAS DE DANÇA

OS COELHOS, APENAS DA PLAYBOY

sábado, 26 de março de 2011

TODOS OS COBARDES SÃO VINGATIVOS


Sócrates, o aldrabão, caíu e nunca mais se levantará.

Fugindo da Assembleia da República, em dia de chumbo do seu Governo, Sócrates mostrou a sua verdadeira faceta de politico rasca: tem mau perder e não tem qualquer respeito pela Democracia.

Um politico assim, com tiques de ditador, não interessa ao País e irremediavelmente teria que ser afastado.

Que vá para o PS, bolsar a sua arrogância e as suas mentiras do costume, e ameaçar quem não disser "Ámen" com ele.

Quer ser reeleito Secretário-Geral do PS, à força, e pretende recandidatar-se a primeiro ministro de Portugal, como se os portugueses fossem doentes mentais e estivessem dispostos a ir na "corrida".

O maior sonho de Sócrates é, agora, o de implodir Portugal e de acabar com os portugueses.

Porque todos os cobardes são vingativos.

domingo, 20 de março de 2011

CHEGOU A PRIMAVERA


Tenho a sorte de poder viver no campo, mesmo às portas da cidade.

Chegou a Primavera, a Estação que me viu nascer. Os arbustos estão todos floridos e há um cheiro perfumado no ar, que me traz lembranças do passado e me faz recordar alguns locais da minha infância.

Da janela do meu quarto, ao entardecer, vejo coelhos e patos bravos, melros, ratos do campo, ouriços, rolas e outros bichos que me fazem sentir bem e me dão alento e inspiração para prosseguir os meus objectivos.

Neste tempo de crise, todos nós precisamos de alento e inspiração.

Por esse motivo, desejo, a todos, dias melhores e uma Primavera muito feliz!

SÓCRATES, NÃO PEC'S MAIS


O homem é um grande mentiroso e a mentira é um pecado mortal.

O defeito já vem de longe, muito antes da sua primeira campanha eleitoral para as legislativas, quando prometeu mundos e fundos e depois fez tudo ao contrário, pondo em risco a sobrevivência nacional.

A última foi o PEC número quatro.

Qualquer dia destes vai querer convencer Portugal e Bruxelas, de que é o Pai Natal.

Este é um caso patológico, digno de estudo.

PORTUGUESES À RASCA


José Sócrates, o mentiroso compulsivo, desvaloriza e desconsidera que Portugal tenha vivido, há dias, um chamado sobressalto cívico, único na nossa história recente,não apenas de uma geração à rasca, mas de um País totalmente à rasca.

Desempregados, empregados, jovens, menos jovens, todos aqueles que passam recibos verdes, e os que estão “efectivos” mas que são explorados e mal pagos, todos eles sairam à rua e fizeram ouvir a sua voz.

Esta classe política e este Governo ainda em funções, não deviam cair na tentação de desconsiderar as manifestações e mobilizações que ocorreram por todo o País,só porque essas manifestações foram convocadas através do Facebook, tendo por base uma música dos Deolinda. Seriam uns grandessíssimos parvalhões se o fizessem, porque se há alguma ilação a tirar dessa movimentação de rua, aqui e ali salpicada pelas músicas e adereços do 25 de Abril, é a de que alguma coisa está a mudar na sociedade portuguesa, para pior.

Como no 25 de Abril de 1974, quando tudo começou com uma música tocada na rádio, durante a madrugada, também a “deolindização” desta nova geração, é mobilizadora e contagiou as outras gerações, mais velhas, que vieram também para a rua reclamar em nome de tudo aquilo que não souberam fazer ou aproveitar, quando lhes foi dada a oportunidade, no pós 25 de Abril.

Jovens e menos jovens estão agora todos à rasca e solidários.

A nova geração que está agora a chegar ao meio laboral, com diplomas que o mercado de trabalho não quer, ou que não tem capacidade para absorver, vive um ambiente de frustração e de indignação compreensível, porque a anterior geração de portugueses “revolucionários”, se perdeu em chavões e em ideais e não teve o discernimento suficiente para saber fazer cumprir todas as promessas que fez às gerações vindouras, de um país livre e democrático, com paz, pão, saúde e habitação para todos.

Mas a verdade, como se percebe por todas estas manifestações, é que não só essa geração se enganou a si própria como também contribuiu para o aparecimento de uma nova geração desiludida, pouco produtiva e mal paga.

O manifesto “Parva que sou”, dos Deolinda, de forma implícita ou explícita, quer garantir para os jovens que estão a entrar ou entraram no mercado de trabalho, os mesmos direitos - e poucos deveres - das gerações anteriores.

Portugal precisa de excelência e de um outro modelo que contemple o mérito e a necessidade de terem, todos, acesso às mesmas oportunidades. Tem sido omitido que foi este mérito e a oportunidade de acesso, que fizeram dos “Deolinda” os bem sucedidos que são hoje.

Eles são um bom exemplo de que vale a pena estudar as oportunidades e o mercado, fazer o que outros não estão a fazer e inovar. Os melhores, os mais competentes, os mais bem formados, triunfarão, mais cedo ou mais tarde.

O País à rasca quer o direito ao emprego, quer acabar com a precariedade, quer salários dignos, quer protecção social para os que mais necessitam. São princípios fundamentais que todos devemos defender.

Mas, para que isso seja uma realidade, é preciso que as regras sejam mudadas e que se acabe de uma vez por todas com aquilo que resultou do 25 de Abril de 1974 e que foi uma espécie de contrato social que hoje não nos serve, que forma profissionais que o mercado não quer, que protege os interesses instalados, que impede a mobilidade e a flexibilidade, que trava a criação de riqueza, que premeia o laxismo e o amiguismo e que não incentiva o espírito criativo, o empreendedorismo e a inovação.

De uma coisa teremos a certeza: todos poderemos fazer manifestações e mais manifestações, mas o emprego e o salário só poderão resultar se houver riqueza.

Por isso, não sejam parvos. Há que ser criativo e produzir.