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O POVO ANGOLANO ESTÁ FARTO!
Já perdoei erros quase imperdoáveis.
Tentei substituir pessoas insubstituíveis.
E esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso.
Já me desiludi com pessoas que nunca imaginei que pudessem desiludir-me.
Mas também desiludi alguém.
Já abracei, para proteger.
Já me ri, quando não devia.
Fiz Amigos eternos.
E Amigos que nunca mais vi.
Amei e fui amada.
Mas também fui rejeitada.
Fui amada e não amei.
Já gritei e saltei de felicidade.
Já vivi de amor e fiz promessas eternas.
Mas também me magoei muitas vezes.
Já telefonei, só para ouvir uma voz.
E apaixonei-me por um sorriso.
Já pensei que fosse morrer de tanta saudade.
Tive medo de perder alguém especial.
E perdi.
Mas vivi e ainda vivo.
Não passo pela vida.
E ninguém deveria passar.
Bom, é lutar com determinação.
Abraçar a vida com paixão.
Perder com classe.
E vencer com ousadia.
Porque o Mundo pertence a quem se atreve.
E a vida é muito, para ser insignificante.
Já ando a adquirir hábitos de velha.
Por motivos profissionais, chego todos os dias tarde e a más horas, a casa, sem jantar, e como não é saudável empanturrar-me a essa hora, opto por comer apenas uma sopa e uma peça de fruta, geralmente uma maçã vermelha, igual à que a bruxa má ofereceu à Branca de Neve.
Ligo a televisão nas notícias e por ali fico sentada, de tabuleiro nos joelhos, a rever mentalmente tudo o que fiz ou deixei por fazer e a planear o dia seguinte.
Pelo meio surgem alguns pensamentos sobre a situação actual do país, no que toca a finanças, desemprego, carências sociais, instabilidade política, social e financeira e muitas outras coisas que preocuparão certamente qualquer pessoa que tenha um mínimo de sentido de Estado e de responsabilidade para com o seu próximo.
Hoje foi aqui que a porca torceu o rabo.
Ouvi uma notícia sobre a apresentação dos candidatos a deputados, do PS, pelo Distrito de Setúbal, e fiquei a saber que, afinal, eles têm uma "estratégia" para o Distrito e que foi «forte a aposta nas políticas de promoção da educação, de apoio às famílias jovens, aos idosos com investimentos em requalificação de escolas, creches, lares de idosos e outros equipamentos sociais».
São contumazes na bondosa avaliação que fazem de si próprios e do seu partido, porque se o que disseram é verdade, não se nota nada.
As famílias jovens de Setúbal e arredores, continuam a lutar com grandes dificuldades e têm-lhes sido retirados os poucos apoios que tinham, as creches são insuficientes para a quantidade de crianças que necessitam delas, aos lares de idosos só têm acesso aqueles cujas famílias podem pagar e as políticas de promoção da educação, são um caos.
Os portos de Sines e de Setúbal estão e sempre estiveram "às moscas", por falta de uma estratégia que lhes conferisse o importante lugar que deveriam ocupar na nossa economia e que não ocupam por falta de uma gestão competente e responsável.
Até parece que a Autoeuropa e a Portucel foram uma criação do partido socialista no Distrito e falam de Troia esquecendo-se de que é agora propriedade do Engº Belmiro de Azevedo e que, por isso mesmo, os autóctones estão proibidos de lá pôr os "cotos", pois aquilo agora é só para ricos.
Mais um "show-off", tão ao gosto do partido socialista, cujo líder é mestre em enganar o Zé Povinho com promessas que nunca terá intenção de cumprir.
Só blá, blá, blá.
Quando será que ouvirei os candidatos a deputados dos vários partidos, a apelar ao trabalho de todos, à produção, ao compromisso, ao desenvolvimento da agricultura, das pescas, dos serviços, dos transportes?
Afinal, para que servirão os portos, as estradas e as infra-estruturas se não produzimos nada e vivemos de aparências?
Nem do nosso sol, das nossas belas praias e das bonitas paisagens, sabemos tirar partido.
Infelizmente, e para mal dos nossos pecados, os compromissos dos políticos portugueses só emergem nas vésperas de eleições, quando fazem apelo ao voto.
Já não há pachorra para aturar isto!
Já dizia a minha amiga Izabel, com um "zê", que eu sou pródiga em atraír emplastros e situações do arco da velha, que não lembram nem ao diabo.
Diz ela que tal se deve à minha maneira de ser de angolana descontraída, com bom feitio, para quem está tudo bem, até um dia, quando a coisa fede, explode e já não há volta a dar. Aí viro bicho, fico impossível de aturar e posso até ser muito má.
Estava eu de regresso aos meus domínios nortenhos, após um belo fim de semana junto ao mar, quando resolvi entrar em Lisboa, para fazer umas compritas ali para os lados do Hotel Ritz, uma vez que vou ter um casamento brevemente e há por ali umas lojas dentro do meu estilo de roupa, que não são nada careiras.
Não sou moçoila de comprar nada contrafeito, muito menos aos chinocas e quejandos.
Prefiro os produtos nacionais e o comércio tradicional, pois temos boas lojas, bons texteis, bons costureiros, estilistas e troco facilmente uma carteira "Burberry" por uma "Cavalinho", sem qualquer pudor, porque não fica atrás das melhores marcas europeias.
Não ando nos sites que vendem, à descarada, "marcas" contrafeitas, a comprar produtos a um décimo do preço, só para fazer a figura bacôca de andar vestida de "marca", enquanto os legítimos criadores estão a ser altamente lesados por esses piratas da contrafacção, que não pagam impostos e ainda gozam o prato por haver tótós que alinham nessas transacções fajutas, pagas com Pay Pal.
Agora que já fiz a apologia do produto nacional e critiquei quem apoia semelhante barbaridade, vou contar a minha saga numa caixa multibanco da Rua da Artilharia Um, que ultimamente se transformou numa zona muito mal frequentada.
Estava eu a levantar cem euritos, para a viagem de regresso, quando oiço atrás de mim uma voz masculina que me pergunta:
- "Quanto levas?"
Concentrada que estava, a levantar o dinheiro, tive a estranha e desagradável sensação que iria ser assaltada por aquele sujeito perfumado, atraente, de meia idade, e tentei ganhar tempo, para pôr em prática tudo o que aprendi no IKMA do Porto, com o meu Mestre Victor Martins, do melhor que há no país, em Krav Maga.
O pensamento correu veloz, na selecção mental de todos os objectos que tinha em meu poder e que poderiam servir-me de arma de defesa. Desde a chave do carro, a uma esferográfica pontiaguda "Cross", até aos meus saltos altos, tudo estava em alerta máximo.
Para ganhar tempo, antes de lhe dar uma pisadela no dedo grande do pé, um pontapé nos tintins, ou enfiar-lhe a esferográfica e o cartão multibanco num sitío qualquer, resolvi responder-lhe.
- "Cem euros".
- "Levas caro, tu. Cem euros é muita massa. Mas és boa, muito boa mesmo".
Dizendo isto, afastou-se deixando-me em estado de choque e na maior perplexidade de que tenho memória.
Eu a pensar que ele me queria assaltar e levar-me os cem euros e ele a armar-se em parvo e a confundir-me com uma das "micas" que abundam naquela zona de Lisboa.
Fui trazida à realidade pela voz irritante que saía da máquina ATM e que não se calava, pedindo-me que retirasse o meu dinheiro. "Retire o seu dinheiro", disse-me ela, vezes sem conta.
Passado o choque inicial, subsistiu o tal bom feitio que a Izabel sempre disse que eu tenho.
Veio-me à memória aquela canção do Herman José "És tão boa!", que ele cantou com a Odete Santos do PCP. Fui comprar o CD e vim de Lisboa ao Porto, muito divertida, a cantar também.
Bem lá no fundo, o homem não foi mal educado. Eu é que não devia estar ali. Quem me mandou estar àquela hora naquele sítio?
E isto cá para nós, até que faz bem à auto-estima de uma "gaija", ouvir assim uns "piropos", de vez em quando.
Amanhã, sexta-feira, a seguir ao almoço, vou partir para um fim de semana romântico, comigo mesmo.
Poderá parecer estranho, alguém passar um fim de semana romântico, consigo própria, mas é uma das coisas que gosto muito de fazer, quando estou cansada e quero fugir um pouco ao bulício e ao stress do dia a dia na cidade.
É bom não ter horas para nada, não ter de aturar ninguém, poder dar asas a tudo aquilo que se tem vontade de fazer e de não fazer, comer o que se quer.
O local de eleição é junto ao mar, onde há bom peixe, boa praia, sossego e uma casa que tenho fechada durante a maior parte do ano e que só é usada quando me dá na real gana de ir fazer mergulho e/ou os meus retiros "espirituais".
Curiosamente, e apesar de ter muitos amigos, só convidei uma vez uma pessoa para passar lá um fim de semana, pois considero-a o meu local "sagrado", que só irá ser conhecido quando eu um dia esticar o pernil e a mesma fôr deixada em testamento a um membro da família, que a mereça.
Ainda bem que essa tal pessoa declinou o convite, porque maldosa, "boquirrota" e "badaleira" como é, esse meu refúgio deixaria de ser o meu segredo e eu passaria a andar nas bocas do mundo como se fosse uma daquelas "profissionais do cabedal", que actuam na recta de Coina ou junto ao Clube de Vela do Barreiro.
Mas como vozes de burro não chegam ao Céu, Sesimbra cá vou eu!
Inté!
Bom fim de semana para mim.
O mentiroso compulsivo aproveitou o anúncio do acordo com o FMI, Comissão Europeia e BCE, para vir para a televisão fazer campanha eleitoral.
Com a maior desfaçatez, fazendo pose e tendo ao seu lado o ministro-cadáver, veio passar a mão no pêlo dos funcionários públicos, reformados e trabalhadores que auferem o salário mínimo, dizendo o que não vai ser feito e escondendo o lado negro e duro da questão, que envolve as sérias medidas de austeridade que vão vir por aí.
Fartou-se de bolsar banha da cobra sob o olhar crispado do ministro-cadáver.
O que eu queria ter ouvido era o tipo de medidas que vão ser tomadas. Se vão ser extintos os 14.000 institutos públicos e os governos civis que não servem para nada, se vai ser reduzido o número de deputados, de administradores disto e daquilo, de directores-gerais e de juntas de freguesia, de fundações e de empresas com participações do Estado, que são um sorvedouro de dinheiros públicos.
O ministro-cadáver certamente que teria muito mais para dizer do que aquilo que foi dito, mas ele não deixou.
O tal acordo, disse ele, terá a validade de três anos.
O que quer dizer que, daqui a três anos, e atentos aos indicadores, Portugal estará na bancarrota total.
Soube hoje, de fonte segura, que as rações de combate utilizadas pelas Forças Armadas Portuguesas, estão a ser fornecidas por Espanha.
A firma que as fornece é a JOMIPSA, com morada na Partida del Salt s/n - San Juan de Alicante - 03550 Alicante - Espanha.
Essas rações são utilizadas em TN, na semana de campo, 1 ração por dia, bem como no Afeganistão, na mesma proporção.
Isto é chocante. Todos os produtos que compõem a dita ração, são de qualidade inferior e são produzidos em Espanha e em França e não se vê um único produto produzido em Portugal.
O pacotinho de leite "demi-écrémé" é fabricado em França e os sumos "Mama Inés", açucar, conservas e restantes produtos, são todos espanhois, incluindo os comprimidos para purificar a água.
Que será feito da velha e nutritiva ração de combate, constituída à base de produtos portugueses, com destaque para as bolachas de água e sal, salsichas Nobre, Conservas de sardinha e atum portugueses, carne enlatada de qualidade superior, salada de fruta em lata?
Será que Cavaco Silva, como Comandante Supremo das Forças Armadas, sabe disto?
Sócrates discursava no XVII Congresso do PS, em Matosinhos, para algumas centenas de militantes socialistas, quando, de repente, aparece Jesus Cristo, baixando lentamente do Céu.
Quando chega perto do Sócrates, diz-lhe algo ao ouvido.
Então, Sócrates, dirigindo-se à multidão, diz:
- Atenção, Camaradas, o Camarada Jesus Cristo está aqui e quer dizer-vos umas palavras.
Jesus, pegando no microfone, diz:
- Povo Português, este homem aqui ao lado, o Primeiro Ministro Sócrates, não vos tem dado o "pão do conhecimento", da mesma forma que eu fiz?
Os socialistas respondem:
- Siiiiiiiiiiiiim!
- Não é verdade que, assim como eu multipliquei os pães e os peixes, para dar de comer a todos, este homem inventou os aumentos de cinco e dez Cêntimos nas pensões, para que todos tivessem alimento?
- Siiiiiiiiiiim!, responderam os militantes.
Não é verdade que este homem, José Sócrates, reformulou o Serviço Nacional de Saúde, assim como eu curei os enfermos e os pobres desfavorecidos?
O Povo grita:
- Siiiiiiiiiiiim!
- Não foi, também ele, traído por companheiros de partido, assim como eu fui traído por Judas?
Os socialistas gritaram ainda com mais força:
- Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim!
- Então, que estais à espera para crucificar o gajo?
Depois de terem procurado Bin Laden por tudo quanto era sítio, nas montanhas, em grutas, em tendas e desertos, os "seals" americanos foram dar com ele semi escondido num complexo residencial de luxo, a oitocentos metros de uma academia militar paquistanesa.
As autoridades paquistanesas, se pressionadas, certamente irão ter alguma dificuldade em explicar tanto à vontade do falecido e tanto desconhecimento da sua parte.
As bolsas de todo o mundo subiram e a de Lisboa parece ter batido recordes.
O preço do petróleo baixou e os indicadores económicos subiram, graças à anunciada morte de Bin Laden. O clima é de regozijo e de festa.
Pergunta-se: mudou alguma coisa? Superámos a crise? O planeta está melhor e mais seguro? O terrorismo acabou?
O que é estranho no meio disto tudo, é o facto de, após tantos anos de perseguição, simplesmente terem feito desaparecer a carcaça.
Já se sabe que a fotografia do rosto ensaguentado de Bin Laden, que circula na internet, foi uma montagem grosseira, já assumida por uma cadeia de televisão paquistanesa.
Este tipo de circunspecção e avareza na informação, fará as delícias dos fundamentalistas das teorias da conspiração. Se uns disserem que Osama já morreu há muitos anos, outros garantirão que tudo isto não passará de uma encenação à americana, com claros fitos eleitoralistas.
Por isso, Obama, que tal um videozito fidedigno e umas fotos sem photoshop, para a malta não ficar com a sensação que esta é mais uma história muito mal contada?
Ainda não tive tempo para ler todos os e-mails que me enviaram, enquanto estive ausente do blog.
Já li alguns muito engraçados, que me enviam anedotas sobre o FCP e outros que me criticam por ser benfiquista.
Sobre isso não me vou pronunciar, porque sempre achei que cada um tem o direito de pertencer ao clube que quiser e os demais não têm nada a ver com isso. Se o Benfica hoje não está na melhor forma, melhores dias virão. Não será por isso que vou correr os blogues e os sites dos portistas, a insultá-los do piorio, como eles fazem connosco.
É uma questão de educação e de "fair play".
Também me despertou a atenção aquele outro mail, enviado por um ilustre desconhecido, criticando o facto de o meu bolo de aniversário ser "cor de rosa PS" e parecer um bolo de casamento.
Pois bem, eu sou mulher e todas as mulheres que se prezam são femininas, são "gaijas", e o cor de rosa é uma cor feminina e é, também, uma das minhas cores favoritas, a seguir ao amarelo e ao encarnado. Não tem nada a ver com politiquices. A doceira algarvia que o fez, achou que ficaria lindamente naquele tom, já que era um morgado, bolo típico algarvio, feito à base de massa de amêndoa, amêndoa, doce de gila e ovos moles, enfeitado com laçarotes e rosas de massa de amêndoa.
Quanto ao tamanho, tinha de ser um bolo grande, porque este ano consegui reunir mais de 70 amigos, alguns deles que já não via há muitos anos.
Satisfeito, ou quer que lhe faça um desenho?
Se soubesse que ficava assim tão "aperreado", tinha-lhe guardado uma fatia.
CLIQUE NA IMAGEM, PARA LER.
Dizia-me uma das minhas alunas, ontem à noite, no jantar académico, que a obra que mais gostou de ler, do José Saramago, foi o Memorial do Convento.
Nunca escondi de ninguém que o José Saramago nunca esteve entre as minhas preferências literárias, apesar de ter conseguido ler quase todas as suas obras.
A conversa veio a propósito de estarmos todos ali reunidos, professores e alunos, e das relações de amizade e dos afectos, que se vão construindo ao longo dos tempos. Ela acha que já não há paixões como havia antigamente e que as amizades de hoje são muito relativas, apesar de ter consciência que grande parte daqueles amores foram ficcionados pelos seus autores e perpetuados em obras como Romeu e Julieta e Amor de Perdição.
Fiquei curiosa com a exposição desta aluna que tem a particularidade de “falar” com as mãos e fiquei atenta ao desenrolar da conversa, até porque queria perceber até que ponto ela não estaria a querer “impressionar-me”, dizendo que tinha lido o romance, sem sequer ter olhado para ele.
Mas não. Ela lá foi fazendo o resumo da obra que contém duas histórias paralelas: a que remonta à construção do Convento de Mafra e a história de amor entre Baltazar sete-luas e Blimunda sete-sóis, ambos pessoas humildes do povo, que se unem ao Pe. Bartolomeu Lourenço, no seu sonho de voar.
Como o tema da conversa eram os afectos, disse-me que gostou mais desta parte do romance. A Blimunda tem poderes especiais, consegue ver as pessoas por dentro e capta as vontades das pessoas moribundas. As vontades são recolhidas e servem de combustível para a “passarola”, o que traduz uma espécie de metáfora de liberdade. O Pe. Bartolomeu, Baltazar e Blimunda conseguem fazer com que a máquina voe.
Porém, o padre inventor começa a ser perseguido pela inquisição e foge para Toledo, onde acaba por morrer algum tempo depois. Baltazar e Blimunda cuidam da passarola que foi escondida. Baltazar, durante a manutenção da máquina, acaba por voar nela e não regressa mais. Blimunda procura-o durante nove anos, por todo o país, até que, em Lisboa, durante um auto de fé, reconhece Baltazar a caminho da fogueira. Quando Baltazar está para morrer, a sua vontade desprende-se e é recolhida dentro do peito da sua amada Blimunda.
“Não acha isto lindo?” – perguntou-me ela. “Isto é aquilo que eu chamo um amor “ inconstitucional”, que devia existir dentro de todos nós, independentemente de tudo e de todos”.
Estragou tudo. Fiquei com uma espécie de nó na garganta. Tudo estava a correr tão bem...
“Inconstitucional?????”. Não quereria dizer, antes, incondicional? – Perguntei eu.
“Ou isso, professora, ou isso. É aquele amor que existe acima de tudo.” – respondeu ela.
Vim a saber que tem o ensino básico e entrou através do exame e da entrevista para maiores de 23, com média de 15 e que, por esse motivo, até teve direito a bolsa.
O ensino em Portugal está péssimo. E por este andar estamos a caminhar para o caos, porque não há a preocupação da tal selecção rigorosa que deveria haver, nas escolas em geral. Estamos a formar licenciados que não sabem escrever, nem pensar, filhos das tais “novas oportunidades” que nunca vão chegar a ser.
Mas que esperar da organização de um país em que até os ilustres deputados da Nação andam na internet, em sites fajutos, a comprar produtos contrafeitos, da "marca" Louis Vuitton, à descarada, com todo o despudor, quando deveriam ser os primeiros a primar pelo cumprimento das normas?
Assim jamais iremos “lá”.
No meio da conversa, Lula abre a camisa, mostra o peito e diz: Isto é como o Brasil, forte e invejado!!!
Obama baixa as calças, vira o rabo e diz: Isto é como a América, impenetrável!!!
Cavaco, desce as calças, mostra o pirilau e diz: Isto é como Portugal, nunca mais se vai levantar!!!
Para quem mandou pedir-me a morada do artista que me fez a tatuagem no ombro direito, para mandar fazer uma igual, informo que essa tatuagem foi uma decalcomania pintada por um amigo do mundo das Artes e que se destinou apenas a compôr a personagem que "encarnei" no último baile de Carnaval.
A dita cuja saiu logo com o duche matinal e eu adorei a experiência, pois como sou uma das pessoas que abomina tatuagens e cabelos pintados de azul, não me foi nada fácil fazer aquele papel.
Foi divertidíssimo, porque fiquei irreconhecível. Houve pessoas que pensaram que eu era mesmo uma "gótica" de botas da tropa, cabelos negros e madeixas azuis, de tatuagem ao ombro e piercing no nariz.
De vez em quando, também gosto de pregar partidas.