segunda-feira, 19 de agosto de 2013
"JE VEUX"
Desconhecida em Portugal, cantando em tom de jazz, esta moçoila tem um vozeirão e um domínio de voz impressionantes.
É uma das minhas intérpretes favoritas.
O seu nome é ZAZ.
sábado, 10 de agosto de 2013
BARREIRO 2013
Mais logo vou servir de cicerone nas festas do Barreiro 2013.
O grupo é grande e incorpora vários estrangeiros, entre os quais o maridinho e os dois cunhadinhos.
O maridinho e um dos cunhadinhos, arquitectos de profissão, ficaram siderados com aquelas pinturas do Largo Alexandre Herculano e com o estado geral do Barreiro Velho que o meu Bizinho não quer que chamem "antigo".
"C'est dommage", disseram eles.
Eu concordei, como concordo sempre, quando se trata de defender aquele espaço que deveria ser a montra da cidade, mas não é.
A maior parte das cidades tem orgulho nos seus centros históricos e tentam reconstrui-los e preservá-los.
No Barreiro isso não acontece.
"Pourquoi pas?"
Vou ver-me «à rasca» para conseguir explicar-lhes o inexplicável.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
"QUERIDO MÊS DE AGOSTO"
Portugal foi invadido por uma chuva de cartazes de campanha para as autárquicas 2013.
Devia ser proibido esse tipo de poluição visual e ambiental, que magoa os sentidos.
Os coitados estão mesmo convencidos que levam o Zé Povinho à certa, só por apresentarem uma "chipala" sorridente a enquadrar frases mais ou menos caricatas.
"Mais" disto, "Mais" daquilo, enfim... "paroles, paroles, paroles".
Fosga-se que nem nas férias uma "gaija" pode desfrutar tranquilamente do sol e da paisagem, sem dar de caras com um Tino de Rans, ao virar de cada esquina.
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
DEPOIS EU É QUE SOU A "ASNEIRENTA"
Pensava que estavam a gozar comigo, quando me disseram, na bomba de gasolina: "contorna a rotunda, e é a seguir aos Colhões". |
O meu mais que tudo, que já percebe muito bem português, queria "enfardar" o desgraçado, sem haver razão para tal.
sábado, 27 de julho de 2013
CORAÇÃO «PARTIDO»
A propósito da Universidade de Belas, em Luanda, e da polémica que surgiu no Barreiro, sobre a vinda de cerca de 600 estudantes angolanos, para quem tudo seria um “mar de rosas”, vinda essa estranhamente patrocinada por um Coração privado que, em vez de Tropical, parece que estava moribundo e acabou por fazer “wafa”, muito há a dizer, em breve.
Por agora chegou a minha vez de “canibalizar” a douta opinião do meu vizinho do lado direito, no seu Blog Barreiro Velho, em que me chamou a atenção e me remeteu para um “link” de ligação a um artigo de Abril de 2008, publicado no Blog Arcádia, de Nuno Santos Silva, sobre “A verdadeira face do comunismo”, extraído da obra “Holocausto em Angola”, que refere as várias atrocidades perpetradas pela tenebrosa dupla Rosa Coutinho/Agostinho Neto, contra os brancos que viviam em Angola, quando da “descolonização”.
Este meu vizinho às vezes é um bocado redutivista nas suas opiniões. Como ele próprio disse, somos amigos mas discordamos muitas vezes, o que é muito salutar.
Angola teve, a seguir à descolonização, o período mais sangrento da sua história.
No dia 27 de Maio de 1977, já fora do domínio “colonial”, aconteceu um verdadeiro holocausto. Foram assassinadas mais de 85.000 pessoas cujos corpos nunca foram entregues aos familiares, desconhecendo-se , ainda hoje, o seu paradeiro.
A maior parte dessas pessoas, muitas do próprio MPLA, eram opositoras de Agostinho Neto e seus capangas e, vai daí, há que silenciá-las para sempre. O resultado está hoje à vista: uma “monarquia” presidencial, com uma única família a controlar as riquezas e a política de Angola.
Marcolino Moco, advogado e ex-Primeiro Ministro de Angola, de 1992 a 1996, no seu Blog “À Mesa do Café” , escreveu:
“........Não estamos mais perante os velhos problemas do MPLA de kamundongos e mulatos comunistas, da UNITA dos atrasados bailundos, da FNLA dos bakongos ou regressados, do Fraccionismo de quimbundos e mulatos matumbos ou enganados pelos comunistas portugueses, etc., etc.; que ainda pesam, é verdade, mas já de forma secundária e poderiam esmorecer completamente, se houvesse sinais claros de se resolver o principal problema de hoje e se se promovesse uma verdadeira reconciliação nacional, “a partir de cima”. ......”
O sublinhado é meu.
Um dia, um colega de Faculdade, que muito prezo, hoje advogado muito conceituado, em Luanda, disse-me que a única obra que os portugueses tinham deixado em Angola, foram os mulatos.
Como sou moçoila que não aceita esse tipo de argumentação, recordei a esse meu colega, que os bolseiros angolanos, quando estiveram a estudar na ex-URSS, fartaram-se de fazer filhos por lá. Muitas das raparigas russas que tiveram esses filhos, abandonaram-nos nos hospitais e daí foram entregues a orfanatos. Ainda hoje há rapazes e raparigas, na casa dos 40 anos, mulatos, a tentar saber quem foram os seus progenitores. Os ditos cujos acabavam os cursos e regressavam a Angola, sem assumir as suas responsabilidades paternais.
O próprio Agostinho Neto era casado com uma branca e teve filhos mulatos. Será que se esqueceram?
Este é um assunto de que a História de encarregará.
A propósito, Bizinho, não me diga que também foi a Angola, a expensas dos outros?
Não sei porquê, pareceu-me vê-lo todo refastelado no Hotel Trópico, em Luanda, a beber um “Cardhu” só com uma pedrinha de gelo.
Quem pagou, quem foi?
Depois a gente conversa.
segunda-feira, 22 de julho de 2013
EU DISSE "IRREVOGÁVEL" ?
Acho que os portugueses deviam pegar nesse homem, vesti-lo de mulher, com uma peruca loira e enviá-lo para a Índia, fazer um "tour" de bicicleta.
sábado, 13 de julho de 2013
DE VOLTA
Eis-me de volta a este país desconchavado, em que nada é "irrevogável" e tudo é permitido.
O Acordo Ortográfico deve ter dado de tal maneira a volta ao "miolo" do homem, que ele agora já nem sabe o significado das palavras.
Mas adiante.
A pedido de "várias famílias", voltei.
Mais para não ser bombardeada diariamente com a escandalosa quantidade de mensagens onde muitos amigos (e até outros que não o são) me pedem para escrever qualquer coisa, de vez em quando, porque sentem a minha falta.
A pedido de "várias famílias", voltei.
Mais para não ser bombardeada diariamente com a escandalosa quantidade de mensagens onde muitos amigos (e até outros que não o são) me pedem para escrever qualquer coisa, de vez em quando, porque sentem a minha falta.
Quem me conhece, sabe que nunca fico pelo "qualquer coisa".
Sou moçoila de causas e sempre defendi com toda a garra os meus pontos de vista.
Sou moçoila de causas e sempre defendi com toda a garra os meus pontos de vista.
Portugal parece hoje uma cagadeira gigante, onde a classe política arreia o calhau quando quer e lhe apetece.
A metáfora faz-me recordar de uma cena em que fui a uma casa de banho de determinado local onde estava a decorrer uma festa de aniversário, muito "in", cheia de pseudo "vips", em Lisboa.
Entrei a correr, aflita para ir fazer xixi, e não reparei que alguém tinha "explodido" na sanita.
Resultado: para não pensarem que era eu a cagona, tive de limpar aquela merda toda, antes de saír da casa de banho.
É o que o Povo português tem feito.
Os políticos borram tudo e o Zé Povinho é que limpa.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
ABRAM OS OLHOS
Gostei de ouvir o Patrão da SONAE, quando disse que qualquer trabalhador deveria receber segundo as suas competências.
O que acontece em Portugal, é exactamente o contrário. Prevalecem os incompetentes recrutados através da "cunha" e outros expedientes menos transparentes.
Não resisto a contar uma pequena história passada com um amigo de longa data, trabalhador desde muito miúdo, numa das melhores empresas portuguesas, do ramo alimentar.
Esse amigo, que não conseguiu terminar a sua licenciatura em Contabilidade, por falta de recursos financeiros, exercia as funções de administrador da empresa, auferindo um ordenado miserável, apesar de ser o braço direito do patrão.
Um dia, o filho do dono da empresa, acabou a licenciatura de Bolonha, em Gestão.
Há que colocá-lo logo como administrador, com um alto salário, porque parecia mal o filho do patrão ficar sob as ordens de um trabalhador não licenciado, embora muito competente e esforçado.
O "menino", recém-licenciado mas incompetente, em pouco tempo quase levou a empresa à falência.
O "paizinho", furioso, toca a colocar os pontos nos i e considerar que foi uma besta, ao dar-lhe o "comando" para as mãos.
Esse meu amigo agora voltou a exercer as funções de administrador, mas continua com o mesmo ordenado miserável.
A empresa recuperou e o pai, quando fala do "menino", entre os funcionários mais antigos, diz:
- "Não sei onde estava com a cabeça. Aquele fdp é meu filho, mas tenho de admitir que é um incompetente".
sábado, 11 de maio de 2013
AWESOME!
Este "mecinho" andou anos perdido, pelo Polo Norte.
Gosto muito mais de o ouvir a solo.
É um regalo para os ouvidos e para a "alma".
domingo, 31 de março de 2013
quarta-feira, 27 de março de 2013
OS CRIMINOSOS VOLTAM SEMPRE AO LOCAL DO CRIME
É preciso ter uma grande e distinta lata, e a cara forrada com a pele do cu, para regressar ao fim de tão pouco tempo, com aspirações a ser o reizinho desta República de malfeitores, em que transformou Portugal.
Ó pázinho, oferecia-te de boa vontade um refresco, mas não posso. A cicuta já acabou cá em casa, e a ASAE já deu cabo das smart-shops.
Por isso, para comemorar o teu regresso, acho que vou convidar-te para um jantar de cogumelos venenosos.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
sábado, 26 de janeiro de 2013
O DITO POR NÃO DITO, OU UMA FALSA NEUTRALIDADE?
O caso mediático da mãe caboverdeana que, alegadamente, terá sido obrigada, por sentença judicial, a laquear as trompas, pode ilustrar o conflito que o cérebro humano vive em relação à representação interior de brancos e negros, que cada vez se conhece melhor do ponto de vista neuronal, mas de que ainda se sabe muito pouco, para criar formas de luta contra o racismo.
Infelizmente, ainda existe uma grande componente cultural, que molda os estereótipos e os preconceitos que certos cidadãos ainda têm, sobre certos grupos étnicos.
O casal em questão é negro, pobre e muçulmano, cuja religião não permite esse tipo de intervenção cirurgica.
A existir, essa sentença viola os mais elementares direitos humanos e comprova que a nossa Justiça e a nossa Segurança Social andam mesmo pelas ruas da amargura, ao adoptarem métodos “achinesados”, próprios de países do terceiro mundo.
Será o racismo um processo inato ou adquirido?
Uma das regiões do cérebro mais importantes, que é activada nestas situações é a da amígdala, muito ligada a emoções como o medo e a hostilidade.
Segundo um estudo da revista Nature Neuroscience, a que tive acesso há uns tempos atrás, as pessoas observadas, mostravam uma activação mais forte da amígdala, quando viam caras de pessoas de outros grupos étnicos. Nas experiências, as pessoas com a pele branca apresentavam uma maior actividade na amígdala cerebral, quando viam fotos de pessoas de pele negra e, por outro lado, também tinham uma reacção menos evidente na região do cérebro, responsável pelo reconhecimento dos rostos, o que conduz a uma “avaliação negativa” sobre essas pessoas das fotografias.
Esta dificuldade em reconhecer caras de pessoas diferentes de nós, reflecte um falhanço do cérebro em distinguir indivíduos de outros grupos étnicos, promovendo a desumanização dos grupos minoritários e considerando as suas características, que não são maioritárias, como algo negativo.
Assim sendo, por que não mandar laquear também o cérebro desses técnicos sociais e juízes “inteligentes”, que professam a homogeneidade em detrimento da diversidade?
O cérebro de certos seres que se dizem humanos, é uma fábrica de preconceitos.
Em Portugal tem sido muito utilizado o chavão: “Todos diferentes, todos iguais.”
Só se for num sítio que hoje não me apetece referir.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
PORTUGAL JÁ ESTÁ DE CAGANEIRA
Vem isto a propósito de eu, há uns tempos atrás, ter lido num Jornal on-line, que tem a bondade de publicar os meus despretensiosos textos que, de longe a longe, costumo enviar para publicação, uma crónica de um Vereador do PSD na Câmara do Barreiro, em que este fazia referência às medidas drásticas tomadas pelo Primeiro Ministro de Portugal, em conluio com a famigerada "Troika" e o CDS, considerando-as como um "remédio" necessário, para reverter a situação financeira caótica, em que o País se encontrava e se encontra.
Escreveu o Senhor Vereador, que dentro em breve, o tal "remédio" iria fazer efeito e tudo seria um "mar de rosas".
Lembro-me de ter respondido a esse Vereador, na caixa de comentários do Jornal e de ele me ter respondido a mim, e depois ter ficado mudo e quedo, com tanta "bordoada" que levou de outros comentadores da minha "laia".
Segundo ele, bastava ter paciência e espírito de sacrifício, que é como quem diz, deviamos todos arrear as calçolas e deixá-los entrar por ali adentro.
Depois vieram, da parte do Governo, os discursos que toda a gente conhece, a apelar ao patriotismo, à emigração, à poupança, ao empreendedorismo.
Pois bem, a que patriotismo apelam eles, se são os primeiros a pôr Portugal à venda em tranches, como se fosse uma bola de queijo flamengo, vendida às fatias, ao vender a dívida pública a qualquer preço, a qualquer bicho careto que ofereça uns patacos, e a permitir que as maiores e melhores empresas portuguesas sejam vendidas, sobretudo àqueles estrangeiros do sol nascente, que têm por costume comer tudo o que mexe e mandar fuzilar os seus cidadãos, por dá cá aquela palha?
Empreender o quê, se os bancos cortaram o crédito às pequenas e médias empresas, ao mesmo tempo que o Governo lançou impostos selvagens sobre tudo o que podem rapinar?
Poupar, só se fôr no papel higiénico e na comida que muitos não comem, por não terem dinheiro para a comprar. E quem não come, não caga.
Emigrar, é o que fazem todos os dias centenas de portugueses, muitos deles os mais qualificados que tinhamos e que não tiveram outra alternativa à vista, para poderem sobreviver e sustentar as suas famílias.
Estamos a voltar vertiginosamente aos anos 60 do século XX.
O tal "remédio" que nos têm enfiado pela goela abaixo, em quantidades industriais, não passa de um veneno letal.
Portugal vai morrer de caganeira, porque, dizem eles, a caganeira faz bem, dá saúde e faz emagrecer.
É o lema deste Governo incompetente, que sem qualquer estratégia à vista, quer afogar ainda mais os portugueses na merda que tem produzido.
domingo, 6 de janeiro de 2013
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