domingo, 1 de fevereiro de 2015
POR QUE SERÁ?
Agora que por cá todos se intitulam "Syrisas", estou sempre à espera de ouvir, no final dos discursos, vivas ao fim da austeridade, e a promessa de um I-Phone 6 para todos os oprimidos.
sábado, 31 de janeiro de 2015
COISAS DE GAIJA
Não me importava nada que este ministro das finanças da Grécia, me fizesse auditorias todos os dias.
sábado, 17 de janeiro de 2015
DÚVIDA METÓDICA
Agora fiquei na dúvida.
Não sei se poderei entrar em Lisboa de fato de treino e sapatilhas, ou se serei obrigada a usar sapatos Louboutin e coordenado Chanel.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
domingo, 11 de janeiro de 2015
PONTOS DE VISTA
Se não fosse a presença de tantos cidadãos anónimos, em Paris, eu diria que aquela "marcha republicana", de hoje, mais parecia um desfile de "serial killers".
MERDOSOS DE MERDA
Parece que a esfregona e o balde do lixo também foram hoje a Paris, participar na marcha "Je suis Charlie".
Grandes fiteiros!
Estou a lembrar-me daquela cena de terem impedido, não há muito tempo, os capitães de Abril de usar da palavra na Assembleia da República, e de outras cenas mirabolantes de que rezará a História.
E que será feito daquele outro estrunfo, o tal que agora anda à solta ali para os lados da Biblioteca e se diz "Charlie", mas que há uns anos, por causa dos meus escritos, deu o meu número de telemóvel a um panasca que me ameaçou de porrada?
sábado, 10 de janeiro de 2015
HIPOCRISIAS
Tenho-me "partido" toda a rir, por causa daquela cena de andar toda a gente a dizer que é "Charlie".
A liberdade de expressão não é propriedade de ninguém e não pode ser tratada de forma objectiva, por quem a despreza.
E mais não escrevo, porque não me apetece.
Isto a propósito de haver quem tenha memória curta.
Lembro-me da "Gaiola Aberta", do José Vilhena, e dos muitos processos que lhe foram instaurados, já no pós 25 de Abril, por alguns que têm posado de letreiro em riste.
"Je suis Charlie"?
A puta que vos pariu!
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
EM JEITO DE BALANÇO
Em jeito de balanço, em mais um ano que finda, há que fazer a avaliação de tudo aquilo com que contribuímos, ou não, para criar um mundo melhor à nossa volta.
Chegou a hora de avaliar atitudes, rever decisões tomadas, e ajuizar sobre o que nos trouxe algum saber.
Sempre, em toda a minha vida, ousei, tentei e fiz, e assim continuarei.
Nunca me arrependi de nada, nem guardo mágoas ou rancores, porque nas profundezas do meu ser, sei que esta vida é apenas uma passagem e não há nada que substitua a paz de espírito, a tranquilidade, e a sensação de dever cumprido.
Tive sempre plena consciência de ter feito tudo a pensar nos outros, muito mais que em mim própria, o que não releva, mas contribui para atenuar um pouco a inquietude da Alma.
Foi um ano de renovação, de remoção de entulho que me desgastava e estava a ocupar espaço dentro de mim, naquele lugar onde queria que existissem apenas sentimentos bons.
Foi um ano de iniciativas que eram realmente o que eu queria.
Deixei-me guiar pela intuição e fiquei mais atenta a todas as oportunidades que me levaram a tomar decisões antes impensáveis.
Foi um ano em que me tornei mais forte, mais consciente do meu valor, e do respeito que julgo merecer.
Parentes e Amigos partiram, e outros chegaram. Num caso ou no outro, todos desempenharam uma missão crucial na minha vida, e eu sei de antemão que ninguém passa por nós por acaso, porque não há coincidências.
Defini novos rumos, deixei de me preocupar com o amanhã, vivi intensamente o presente e sobrevivi quando julgava não conseguir fazê-lo.
Também me senti só, inúmeras vezes, mas os sorrisos, as agradáveis surpresas, o reconhecimento pelo trabalho bem feito, o amor e a amizade que tantos me dedicaram, suplantaram todas as dores e contratempos.
E hoje, olhando ao meu redor, considero-me uma mulher realizada, feliz e com sorte, num país em que a maioria das pessoas não vive, vai sobrevivendo.
domingo, 14 de dezembro de 2014
BENFICAAAAAAAAAAA!!!!!
Mais uma vez a nossa Águia "coisou" o Dragão.
Não foram eles que disseram que nos iam ganhar 3-1?
Levaram duas bem dadas.
sábado, 13 de dezembro de 2014
PASSE A PUBLICIDADE
Já que no "post" anterior falei de vaselina, não é só televisão que tenho visto mais, ultimamente.
Também tenho ido mais às compras num supermercado perto de mim, ali para os lados do Lavradio, apesar de ser uma tarefa que abomino, por causa das longas esperas nas filas para o pagamento.
E foi numa dessas filas que me apercebi de que os portugueses devem andar cheios de "tusa".
Montes de produtos da Durex, em exposição junto às caixas, de todas as cores, de todos os sabores, para todos os gostos.
A curiosidade levou-me a ler todos os rótulos.
Os diabéticos podem ficar descansados e fazer balões à vontade, porque todos os produtos têm indicação de estarem isentos de açúcar.
Vocês sabiam que os lubrificantes Durex têm o aviso: "evitar o contacto com os olhos"?
"COMICHÃO" DE INQUÉRITO
Tenho visto alguma televisão, coisa que já não fazia há alguns anos.
Aquelas cenas da comissão de inquérito ao caso BES têm despertado a minha atenção, porque parece que quem está a ser inquirido não são os primos, mas sim os deputados e os jornalistas, com o Dr. Negrão a fazer o papel de mestre de cerimónias.
Mas o risível da situação, é que nos intervalos dos debates da Comissão, as televisões têm transmitido a publicidade à nova vaselina Vasenol.
Será uma mensagem subliminar, ao Povo português?
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
ORA ENTÃO VAMOS LÁ
Tem-me sido muito difícil arranjar tempo livre para conciliar o meu trabalho com todas as coisas de que gosto, mas isso não quer dizer que tenha abandonado a minha actividade "bloguística". Disso podeis ficar descansados, porque já tinha prometido que, se um dia fechasse o blog, avisava todos os amigos.
E como ainda não avisei, ora vamos lá escrever para os amigos e inimigos.
Tenho recebido muitos pedidos para comentar a situação que o país atravessa. Vocês gostam de ver o circo pegar fogo.
Infelizmente não há nada de novo para comentar, que possa acrescentar algo à triste situação política e económica que os portugueses vivem neste momento.
Não fiquei nada surpreendida, porque em Paris toda a gente já comentava a vida flauteada do outro que pelos vistos tinha um ordenado e uma herança fêmeas, enquanto foi governante. Mas posso afirmar que fiquei fodida por saber que andaram a pastar cabritos em Paris, à custa dos impostos que pago em Portugal, e que não são assim tão poucos.
Ainda por cima temos assistido a cenas mirabolantes de missivas e de justificações na praça pública (que também são violação de segredo de justiça), de uma pessoa que, coitadinha, entrou em contra-mão numa autoestrada mas diz que os outros é que vão a andar ao contrário.
É lamentável que alguns portugueses estejam a sofrer neste momento do "Síndrome de Estocolmo". Acordem!
Agora vou ficar por cá uns tempos, com o meu investimento e de outros dois sócios, a contribuir para erguer Portugal e ajudar a dizer "basta!". Já me chamaram louca, por causa disso.
Não me vereis tão amiúde a passear os meus cães, junto aos meus domínios no Barreiro Velho, ou junto ao rio, porque detesto encontros imediatos de 3.º grau e já vi que há um ET à solta, ali para os lados da Biblioteca Municipal. Não estou a referir-me aos amigos, como calculam.
Beijos e abraços para todos.
sábado, 6 de dezembro de 2014
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